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A pós-memória como coragem cívica: Palavra de ordem: resistir, resistir, resistir

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este trabalho tem por objetivo reivindicar o dever de pós-memória para melhor pensar a solidão da memória e de tornar explícito o valor do documentário no espaço e tempo de uma reflexão possível de acolher e dar corpo às ausências que os estudos sobre colonialidade e pós-colonialidade em língua portuguesa ainda não vieram suprir. Partindo do desafio proposto pelo dossier temático sobre “Imaginários coloniais: propaganda, militância e “resistência” no cinema”, este ensaio pretende resistir a estas solidões e ausências a partir de dois documentários - o de Bruno Sena Martins, A hospitalidade ao fantasma: Memórias dos deficientes das forças armadas (2014), e o da autora deste texto, Portugal híbrido, Portugal europeu: Gentes do ‘sul' mesmo aqui ao lado (2011).
Autores principais:Khan,Sheila
Assunto:Memória pós-memória resistência solidão coragem cívica
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Este trabalho tem por objetivo reivindicar o dever de pós-memória para melhor pensar a solidão da memória e de tornar explícito o valor do documentário no espaço e tempo de uma reflexão possível de acolher e dar corpo às ausências que os estudos sobre colonialidade e pós-colonialidade em língua portuguesa ainda não vieram suprir. Partindo do desafio proposto pelo dossier temático sobre “Imaginários coloniais: propaganda, militância e “resistência” no cinema”, este ensaio pretende resistir a estas solidões e ausências a partir de dois documentários - o de Bruno Sena Martins, A hospitalidade ao fantasma: Memórias dos deficientes das forças armadas (2014), e o da autora deste texto, Portugal híbrido, Portugal europeu: Gentes do ‘sul' mesmo aqui ao lado (2011).