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A reconstrução do trabalho docente pela participação ativa e constante do professor no processo de (co)análise da própria atividade

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este trabalho propõe-se a apresentar o processo metodológico adotado numa pesquisa de doutorado realizada com dois professores formadores da Universidade Estadual do Ceará (UECE). Para a (co)construção do corpus discursivo, a investigadora recorreu a diálogos produzidos ao longo do processo teórico-metodológico da autoconfrontação, assim como a uma formação continuada de 10 horas guiada pelas abordagens clínica e ergonômica da atividade. Essa opção metodológica permitiu refletir sobre como pode ser construído, juntamente com os protagonistas da atividade, o corpus de uma pesquisa-intervenção alicerçada nos princípios do dialogismo bakhtiniano e na teoria histórico-cultural vigotskiana sobre o desenvolvimento humano. Concluímos que um fenômeno, para ser apreendido, precisa ser refletido no interior de uma dinâmica sócio-histórica e que a participação ativa e constante de cada profissional em um processo autoconfrontativo (co)analítico viabilizaria uma maior compreensão da atividade laborativa, mobilizando sua recriação e/ou transformação.
Autores principais:Magalhães,Elisandra Maria
Outros Autores:Faïta,Daniel
Assunto:ergonomia da atividade clínica da atividade autoconfrontação coanálise da atividade
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Este trabalho propõe-se a apresentar o processo metodológico adotado numa pesquisa de doutorado realizada com dois professores formadores da Universidade Estadual do Ceará (UECE). Para a (co)construção do corpus discursivo, a investigadora recorreu a diálogos produzidos ao longo do processo teórico-metodológico da autoconfrontação, assim como a uma formação continuada de 10 horas guiada pelas abordagens clínica e ergonômica da atividade. Essa opção metodológica permitiu refletir sobre como pode ser construído, juntamente com os protagonistas da atividade, o corpus de uma pesquisa-intervenção alicerçada nos princípios do dialogismo bakhtiniano e na teoria histórico-cultural vigotskiana sobre o desenvolvimento humano. Concluímos que um fenômeno, para ser apreendido, precisa ser refletido no interior de uma dinâmica sócio-histórica e que a participação ativa e constante de cada profissional em um processo autoconfrontativo (co)analítico viabilizaria uma maior compreensão da atividade laborativa, mobilizando sua recriação e/ou transformação.