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Representações Sociais do Processo Saúde-Doença entre Nefrologistas e Pacientes Renais Crônicos

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Esta pesquisa propõe-se a analisar as Representações Sociais do processo saúde-doença que permeiam a relação entre médicos nefrologistas e pacientes renais crônicos. Para tal, procurou-se delinear os conceitos incorporados por estes médicos e pacientes através da Análise de Conteúdo de Bardin, fazendo-se em seguida uma análise quanti-qualitativa dos dados objetivando-se investigar o conteúdo dos discursos destes atores sociais referentes às concepções de saúde, doença e tratamento clínico. Elaboraram-se gráficos contendo as porcentagens quantificadas destas concepções no intuito de serem analisados os dados mais relevantes no estudo. Ao final, observou-se uma dissonância entre as Representações Sociais quando são enfatizadas as concepções sobre saúde e doença que influenciam nos objetivos, posturas, adesão ao tratamento e forma de lidar com a doença, tanto por parte dos médicos como dos pacientes. As Representações Sociais delineadas nesta pesquisa não tiveram reciprocidade na comunicação destes dois atores quando dialogam sobre o mesmo objeto: o processo saúde-doença.
Autores principais:Santos,André Faro
Outros Autores:Barbosa,Rochele Bezerra; Faro,Soraya Ramalho Santos; Júnior,Antônio Alves
Assunto:Insuficiência Renal Crônica (IRC) Representações sociais Relação médico-paciente Saúde-doença
Ano:2005
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Esta pesquisa propõe-se a analisar as Representações Sociais do processo saúde-doença que permeiam a relação entre médicos nefrologistas e pacientes renais crônicos. Para tal, procurou-se delinear os conceitos incorporados por estes médicos e pacientes através da Análise de Conteúdo de Bardin, fazendo-se em seguida uma análise quanti-qualitativa dos dados objetivando-se investigar o conteúdo dos discursos destes atores sociais referentes às concepções de saúde, doença e tratamento clínico. Elaboraram-se gráficos contendo as porcentagens quantificadas destas concepções no intuito de serem analisados os dados mais relevantes no estudo. Ao final, observou-se uma dissonância entre as Representações Sociais quando são enfatizadas as concepções sobre saúde e doença que influenciam nos objetivos, posturas, adesão ao tratamento e forma de lidar com a doença, tanto por parte dos médicos como dos pacientes. As Representações Sociais delineadas nesta pesquisa não tiveram reciprocidade na comunicação destes dois atores quando dialogam sobre o mesmo objeto: o processo saúde-doença.