Publicação
O trabalho de grupo na aula de língua materna: contributos para o desenvolvimento de competências verbais orais
| Resumo: | A interacção aluno-aluno em trabalho de grupo, na aula de língua materna, constitui uma alternativa válida à tradicional e mais vulgar forma de interacção (professor-turma), nomeadamente para o desenvolvimento de competências verbais orais. Os resultados da análise do corpus - 10 aulas de trabalho de grupo, com alunos de 8º ano -, à luz de dois grupos de categorias - modos de interacção e problemas de interacção -, demonstram, por um lado, realizações verbais com uma diversidade de funções comunicativas que não se verifica quando os discentes se limitam a ser "respondentes" a perguntas do professor e, por outro, uma baixa ocorrência de problemas de interacção. Para lá do interesse destes dados para uma comparação com a interacção professor-turma, sobressai a necessidade de um enfoque particular sobre vários aspectos da comunicação entre pares (gestão da palavra, variáveis de influência, entre outros), para percebermos as implicações didácticas que daqui decorrem. |
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| Autores principais: | Bastos,Luzia da Conceição Alves Lage Machado |
| Assunto: | Trabalho de grupo Interacção em sala de aula Competência verbal oral |
| Ano: | 2006 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Fundação para a Ciência e Tecnologia |
| Idioma: | português |
| Origem: | SciELO Portugal |
| Resumo: | A interacção aluno-aluno em trabalho de grupo, na aula de língua materna, constitui uma alternativa válida à tradicional e mais vulgar forma de interacção (professor-turma), nomeadamente para o desenvolvimento de competências verbais orais. Os resultados da análise do corpus - 10 aulas de trabalho de grupo, com alunos de 8º ano -, à luz de dois grupos de categorias - modos de interacção e problemas de interacção -, demonstram, por um lado, realizações verbais com uma diversidade de funções comunicativas que não se verifica quando os discentes se limitam a ser "respondentes" a perguntas do professor e, por outro, uma baixa ocorrência de problemas de interacção. Para lá do interesse destes dados para uma comparação com a interacção professor-turma, sobressai a necessidade de um enfoque particular sobre vários aspectos da comunicação entre pares (gestão da palavra, variáveis de influência, entre outros), para percebermos as implicações didácticas que daqui decorrem. |
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