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Iniquidade, Etnicidade e Educação Sexual

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Estudos sobre a sexualidade na adolescência têm proliferado um pouco por todo o mundo. No entanto, os estudos qualitativos são ainda escassos, especialmente no que diz respeito ao estudo dos factores que devem ser trabalhados em contexto preventivo. O presente estudo visa compreender e caracterizar os factores que influenciam a sexualidade dos adolescentes, procurando também compará-los relativamente à sua cultura e condições económicas. Foi utilizada uma metodologia qualitativa (grupos focais) que procurou explorar diversos aspectos relacionados com a sexualidade na adolescência. Foram identificadas algumas características específicas da sexualidade dos adolescentes que vivem em meios mais carenciados, destacando-se a existência de menos informação, menos comunicação com os pais e maior tendência para comportamentos de risco. Os resultados justificam o delineamento de programas de prevenção adaptados às especificidades destas populações.
Autores principais:Pereira,Sónia
Outros Autores:Matos,Margarida Gaspar de; Leal,Isabel
Assunto:adolescência cultura educação sexual iniquidade sexualidade
Ano:2011
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Estudos sobre a sexualidade na adolescência têm proliferado um pouco por todo o mundo. No entanto, os estudos qualitativos são ainda escassos, especialmente no que diz respeito ao estudo dos factores que devem ser trabalhados em contexto preventivo. O presente estudo visa compreender e caracterizar os factores que influenciam a sexualidade dos adolescentes, procurando também compará-los relativamente à sua cultura e condições económicas. Foi utilizada uma metodologia qualitativa (grupos focais) que procurou explorar diversos aspectos relacionados com a sexualidade na adolescência. Foram identificadas algumas características específicas da sexualidade dos adolescentes que vivem em meios mais carenciados, destacando-se a existência de menos informação, menos comunicação com os pais e maior tendência para comportamentos de risco. Os resultados justificam o delineamento de programas de prevenção adaptados às especificidades destas populações.