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Maria Teresa Horta, sororidades e escrita das mulheres

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Resumo Durante a sua carreira, Maria Teresa Horta repensou e problematizou o lugar das mulheres no mundo, os ditames sociais que se construíram para reprimi-las e a produção literária feminina. Nesse sentido, este artigo parte de algumas ideias presentes no ensaio “A Voz - As Vozes” da escritora, analisando-o a partir da sua interlocução com o texto O riso da Medusa, de 1975, de Hélène Cixous, sobre a ideia de “escrita feminina”. Analisa-se também um poema desconhecido intitulado “Florbela Espanca”, revelando como Maria Teresa Horta tem a poetisa do Alentejo como importante interlocutora na construção de uma genealogia feminina de escrita.
Autores principais:Silva,Fabio Mario da
Assunto:escrita feminina corpo Maria Teresa Horta Florbela Espanca Hélène Cixous.
Ano:2025
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Resumo Durante a sua carreira, Maria Teresa Horta repensou e problematizou o lugar das mulheres no mundo, os ditames sociais que se construíram para reprimi-las e a produção literária feminina. Nesse sentido, este artigo parte de algumas ideias presentes no ensaio “A Voz - As Vozes” da escritora, analisando-o a partir da sua interlocução com o texto O riso da Medusa, de 1975, de Hélène Cixous, sobre a ideia de “escrita feminina”. Analisa-se também um poema desconhecido intitulado “Florbela Espanca”, revelando como Maria Teresa Horta tem a poetisa do Alentejo como importante interlocutora na construção de uma genealogia feminina de escrita.