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Produtividade de milho inoculado com Azospirillum brasilense em diferentes doses de nitrogênio cultivado em campo no Brasil

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Avaliou-se em campo a produtividade do milho inoculado com A. brasilense e doses de nitrogênio. Os tratamentos com nitrogênio (N) utilizaram as dosagens de 0%, 50% e 100% N (a dose completa varia de 100 a 120 kg N ha-1 em cobertura), combinados com sementes sem inoculação, inoculadas com duas estirpes (Ab-V5 e Ab-V6) e inoculadas somente com Ab-V5. Em média, a dose de 0% N com Ab-V5, mostrou melhor desempenho produtivo, sendo equivalente ao uso de 50% N sem inoculante. Com uso de 50% N, os dois inoculantes promoveram as maiores produtividades, comparado com as plantas não inoculadas, igualando-se ao obtido com uso de 100% N sem inoculação.
Autores principais:Szilagyi-Zecchin,Vivian J.
Outros Autores:Marriel,Ivanildo E.; Silva,Paulo R. F. da
Assunto:inoculação bactéria diazotrófica Ab-V5 Zea mays rendimento
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Avaliou-se em campo a produtividade do milho inoculado com A. brasilense e doses de nitrogênio. Os tratamentos com nitrogênio (N) utilizaram as dosagens de 0%, 50% e 100% N (a dose completa varia de 100 a 120 kg N ha-1 em cobertura), combinados com sementes sem inoculação, inoculadas com duas estirpes (Ab-V5 e Ab-V6) e inoculadas somente com Ab-V5. Em média, a dose de 0% N com Ab-V5, mostrou melhor desempenho produtivo, sendo equivalente ao uso de 50% N sem inoculante. Com uso de 50% N, os dois inoculantes promoveram as maiores produtividades, comparado com as plantas não inoculadas, igualando-se ao obtido com uso de 100% N sem inoculação.