Publicação
Eficácia da implantação do cuidado centrado na funcionalidade no declínio funcional: um estudo quase-experimental
| Resumo: | Enquadramento: O cuidado centrado na funcionalidade (CCF) demonstra resultados positivos na prevenção do declínio funcional (DF) das pessoas idosas hospitalizadas (PIH). Objetivo: Avaliar a eficácia da implementação do CCF em contexto hospitalar na promoção da funcionalidade pelos enfermeiros e na prevenção do DF. Metodologia: Estudo prospetivo quase-experimental com 101 PIH e 94 enfermeiros de 4 enfermarias. No grupo experimental foi implementado o CCF. As medidas avaliadas foram o CCF e DF em 3 intervalos: baseline-alta (t0), alta-follow-up (t1) e baseline-follow-up (t2). Resultados: A promoção do CCF foi de 0,46 ± 0,22. Verificaram-se diferenças estatisticamente significativas no CCF entre os grupos (experimental e controlo; p < 0,01; 0,52 ± 0,24 e 0,39 ± 0,19, respetivamente). Não houve diferença estatística entre os grupos quanto ao DF em t0 (p = 0,15), t1 (p = 0,15) ou t2 (p = 0,44). Conclusão: A prática do CCF foi baixa (46%), o que pode explicar a falta de impacto na prevenção do DF. Contudo, no grupo experimental, foram desenvolvidas mais atividades de CCF, o que sugere um impacto positivo da implementação desta filosofia. |
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| Autores principais: | Tavares,João Paulo de Almeida |
| Outros Autores: | Grácio,Joana; Nunes,Lisa Veiga |
| Assunto: | enfermagem funcionalidade idoso declínio funcional hospitalização |
| Ano: | 2020 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Fundação para a Ciência e Tecnologia |
| Idioma: | português |
| Origem: | SciELO Portugal |
| Resumo: | Enquadramento: O cuidado centrado na funcionalidade (CCF) demonstra resultados positivos na prevenção do declínio funcional (DF) das pessoas idosas hospitalizadas (PIH). Objetivo: Avaliar a eficácia da implementação do CCF em contexto hospitalar na promoção da funcionalidade pelos enfermeiros e na prevenção do DF. Metodologia: Estudo prospetivo quase-experimental com 101 PIH e 94 enfermeiros de 4 enfermarias. No grupo experimental foi implementado o CCF. As medidas avaliadas foram o CCF e DF em 3 intervalos: baseline-alta (t0), alta-follow-up (t1) e baseline-follow-up (t2). Resultados: A promoção do CCF foi de 0,46 ± 0,22. Verificaram-se diferenças estatisticamente significativas no CCF entre os grupos (experimental e controlo; p < 0,01; 0,52 ± 0,24 e 0,39 ± 0,19, respetivamente). Não houve diferença estatística entre os grupos quanto ao DF em t0 (p = 0,15), t1 (p = 0,15) ou t2 (p = 0,44). Conclusão: A prática do CCF foi baixa (46%), o que pode explicar a falta de impacto na prevenção do DF. Contudo, no grupo experimental, foram desenvolvidas mais atividades de CCF, o que sugere um impacto positivo da implementação desta filosofia. |
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