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ALERGIA OCUPACIONAL AO CÃO - OPCÕES TERAPÊUTICAM

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Detalhes bibliográficos
Resumo:RESUMO Introdução Os animais constituem uma fonte relevante de alergénios indoor, sendo considerados fatores de risco para o desenvolvimento de rinite alérgica e asma, quer no ambiente doméstico, quer ocupacional. Objetivo Relatar dois casos clínicos em que a imunoterapia específica demonstrou eficácia e boa resposta clínica, bem como apresentar uma breve revisão das opções terapêuticas disponíveis para a alergia ao cão. Metodologia São descritos dois casos clínicos ilustrativos: uma doente do sexo feminino com exposição doméstica a cão, sendo atividade profissional desenvolvida no domicílio, e um doente do sexo masculino com exposição laboral a cão. Os testes cutâneos por picada e a determinação de Imunoglobulina E (IgE) específicas confirmaram sensibilização a alergénios de cão. Face à impossibilidade de implementar medidas eficazes de evicção e dada a ausência de controlo clínico, apesar da terapêutica farmacológica otimizada, foi iniciada imunoterapia específica com extrato de epitélio de cão. Resultados Observou-se melhoria clínica significativa, com redução dos sintomas respiratórios e menor necessidade de medicação de alívio, traduzindo um melhor controlo da doença e melhoria da qualidade de vida. Conclusões A imunoterapia específica representa uma opção terapêutica eficaz e segura na alergia ao cão, particularmente em situações de exposição inevitável. A integração desta abordagem no manejo clínico pode contribuir para o controlo sustentado da doença e redução do impacto funcional e ocupacional.
Autores principais:Guedes,C
Outros Autores:Alves,M; Loureiro,G; Todo-Bom,A
Assunto:Alergia ao cão Rinite alérgica Asma alérgica Alergia ocupacional Imunoterapia específica com alergénios.
Ano:2025
País:Portugal
Tipo de documento:relatório
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:RESUMO Introdução Os animais constituem uma fonte relevante de alergénios indoor, sendo considerados fatores de risco para o desenvolvimento de rinite alérgica e asma, quer no ambiente doméstico, quer ocupacional. Objetivo Relatar dois casos clínicos em que a imunoterapia específica demonstrou eficácia e boa resposta clínica, bem como apresentar uma breve revisão das opções terapêuticas disponíveis para a alergia ao cão. Metodologia São descritos dois casos clínicos ilustrativos: uma doente do sexo feminino com exposição doméstica a cão, sendo atividade profissional desenvolvida no domicílio, e um doente do sexo masculino com exposição laboral a cão. Os testes cutâneos por picada e a determinação de Imunoglobulina E (IgE) específicas confirmaram sensibilização a alergénios de cão. Face à impossibilidade de implementar medidas eficazes de evicção e dada a ausência de controlo clínico, apesar da terapêutica farmacológica otimizada, foi iniciada imunoterapia específica com extrato de epitélio de cão. Resultados Observou-se melhoria clínica significativa, com redução dos sintomas respiratórios e menor necessidade de medicação de alívio, traduzindo um melhor controlo da doença e melhoria da qualidade de vida. Conclusões A imunoterapia específica representa uma opção terapêutica eficaz e segura na alergia ao cão, particularmente em situações de exposição inevitável. A integração desta abordagem no manejo clínico pode contribuir para o controlo sustentado da doença e redução do impacto funcional e ocupacional.