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Compostos voláteis de óleos essenciais na inibição do desenvolvimento de Monilinia fructicola in vitro

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Avaliou-se com este trabalho, o efeito dos compostos voláteis dos óleos essenciais de alho (Allium sativum), arruda (Ruta graveolens), carqueja (Baccharis trimera) e nim (Azadirachta indica) sobre o crescimento miceliar e esporulação de Monilinia fructicola. O fungo foi isolado em meio de cultura BDA (Batata-Dextrose-Ágar) a partir de pêssegos infectados pelo patogénio. Foi aplicado a dose de 20 μL de cada óleo essencial em papel de filtro esterilizado com 1,5 cm², já fixado com cola quente no centro da tampa da caixa de Petri®. Colocou-se um disco contendo micélio e conídios do patogénio de 0,5 cm de diâmetro no centro da superfície do meio de cultura BDA. Todas as caixas foram vedadas com parafilm e em seguida, incubadas em BOD a 25 ºC e fotoperíodo de 12 h. Após 24 h iniciou-se a medição do crescimento miceliar de M. fructicola, por 7 dias, neste dia foi avaliada a produção de conídios. O óleo essencial de alho libertou compostos voláteis que inibiram totalmente o crescimento miceliar de M. fructicola, o que pode ser observado também na produção de conídios. Os demais óleos não diferiram da testemunha.
Autores principais:Baseggio,Ediane R.
Outros Autores:Giacobbo,Clevison Luiz; Galon,Leandro; Milanesi,Paola M.
Assunto:Prunus persica Podridão parda Controle alternativo
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Avaliou-se com este trabalho, o efeito dos compostos voláteis dos óleos essenciais de alho (Allium sativum), arruda (Ruta graveolens), carqueja (Baccharis trimera) e nim (Azadirachta indica) sobre o crescimento miceliar e esporulação de Monilinia fructicola. O fungo foi isolado em meio de cultura BDA (Batata-Dextrose-Ágar) a partir de pêssegos infectados pelo patogénio. Foi aplicado a dose de 20 μL de cada óleo essencial em papel de filtro esterilizado com 1,5 cm², já fixado com cola quente no centro da tampa da caixa de Petri®. Colocou-se um disco contendo micélio e conídios do patogénio de 0,5 cm de diâmetro no centro da superfície do meio de cultura BDA. Todas as caixas foram vedadas com parafilm e em seguida, incubadas em BOD a 25 ºC e fotoperíodo de 12 h. Após 24 h iniciou-se a medição do crescimento miceliar de M. fructicola, por 7 dias, neste dia foi avaliada a produção de conídios. O óleo essencial de alho libertou compostos voláteis que inibiram totalmente o crescimento miceliar de M. fructicola, o que pode ser observado também na produção de conídios. Os demais óleos não diferiram da testemunha.