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Principais fatores indutores de stresse percecionados em enfermeiros de urgência: Um estudo transversal

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Resumo Enquadramento: No serviço de urgência (SU) o stresse em enfermeiros pode ser incrementado por distintos fatores, com repercussão na sua esfera profissional e pessoal. Objetivos: Avaliar o stresse percecionado numa amostra de enfermeiros do SU de um centro hospitalar do norte de Portugal; identificar os principais fatores indutores de stresse percecionados na amostra; analisar a relação entre o stresse percecionado e as características sociodemográficas/profissionais. Metodologia: Estudo transversal. Recorreu-se à Escala de Stresse Profissional dos Enfermeiros (ESPE), composta por 34 itens que abarcam sete fatores/três domínios. Resultados: Participaram no estudo 54 enfermeiros. Obteve-se uma pontuação média de 80,94 ± 11,95 no global da ESPE, bem acima do mínimo possível (= 34). A carga de trabalho e a morte constituíram os principais fatores indutores de stresse percecionados. Constataram-se dissemelhanças significativas em maior número com as habilitações académicas. Os mestres apresentaram pontuações mais elevadas de stresse percecionado nos fatores VI, III, V e no global. Conclusão: Os resultados permitem delinear estratégias ao nível individual e organizacional, a direcionar para as áreas geradoras de maior stresse.
Autores principais:Fernandes,Ilda Lúcia da Costa
Outros Autores:Magalhães,Carlos Pires
Assunto:stresse ocupacional enfermeiros enfermagem em emergência serviço hospitalar de emergência
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Resumo Enquadramento: No serviço de urgência (SU) o stresse em enfermeiros pode ser incrementado por distintos fatores, com repercussão na sua esfera profissional e pessoal. Objetivos: Avaliar o stresse percecionado numa amostra de enfermeiros do SU de um centro hospitalar do norte de Portugal; identificar os principais fatores indutores de stresse percecionados na amostra; analisar a relação entre o stresse percecionado e as características sociodemográficas/profissionais. Metodologia: Estudo transversal. Recorreu-se à Escala de Stresse Profissional dos Enfermeiros (ESPE), composta por 34 itens que abarcam sete fatores/três domínios. Resultados: Participaram no estudo 54 enfermeiros. Obteve-se uma pontuação média de 80,94 ± 11,95 no global da ESPE, bem acima do mínimo possível (= 34). A carga de trabalho e a morte constituíram os principais fatores indutores de stresse percecionados. Constataram-se dissemelhanças significativas em maior número com as habilitações académicas. Os mestres apresentaram pontuações mais elevadas de stresse percecionado nos fatores VI, III, V e no global. Conclusão: Os resultados permitem delinear estratégias ao nível individual e organizacional, a direcionar para as áreas geradoras de maior stresse.