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A “eternidade do presente” na joalharia de Dulce Ferraz

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Resumo O percurso criativo de Dulce Ferraz é marcado pelos territórios por onde foi passando e vivendo. A memória das paisagens, das cartografias do pai e das artes que aprendeu no japão - Chinkin, Rattan e Ikebana - refletem-se nas suas peças de joalharia, levando-nos a refletir sobre escultura e escala e a dialética de paisagem/ não-paisagem, cheio/vazio, interior/exterior e lugar/não-lugar. Se por um lado as peças da artista funcionam como escultura em miniatura levando-nos a abordar a obra de Robert Smithson, por outro, as “joias de pousar” no mundo dos objetos funcionam como haikus japoneses na poesia, na literatura.
Autores principais:Albuquerque,Isabel Ribeiro de
Assunto:não-paisagem escultura escala haiku
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Resumo O percurso criativo de Dulce Ferraz é marcado pelos territórios por onde foi passando e vivendo. A memória das paisagens, das cartografias do pai e das artes que aprendeu no japão - Chinkin, Rattan e Ikebana - refletem-se nas suas peças de joalharia, levando-nos a refletir sobre escultura e escala e a dialética de paisagem/ não-paisagem, cheio/vazio, interior/exterior e lugar/não-lugar. Se por um lado as peças da artista funcionam como escultura em miniatura levando-nos a abordar a obra de Robert Smithson, por outro, as “joias de pousar” no mundo dos objetos funcionam como haikus japoneses na poesia, na literatura.