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QV E COPING em pacientes no período pós-cirurgia de cabeça e pescoço.

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Resumo O objetivo desta pesquisa foi identificar as estratégias de coping utilizadas pelos pacientes de cirurgia de cabeça e pescoço no enfrentamento da doença e sua percepção associada de qualidade de vida relacionada à saúde. Trata-se de um estudo exploratório-descritivo, comparativo e de corte transversal. Foram incluídos 55 pacientes com atendimento entre 1-7 dias (primeira semana) após cirurgia de cabeça e pescoço em um hospital de Campo Grande, MS; sendo a amostra por conveniência, composta por 28 (50,9%) homens e 27 (49,1%) mulheres. Foram aplicados questionário sociodemográfico, EORTC QLQ-C30, EORTC QLQ-H&N35 específico ao câncer de cabeça e pescoço e Escala de Coping de Billings e Moos. Observa-se que a qualidade de vida é afetada na doença sobretudo quanto aos referenciais de socialização, com recorrentes restrições nutricionais, tensões e risco de isolamento; sendo a disfagia um dos principais fatores de efeito negativo à qualidade de vida relacionada à saúde, a disfonia é outro fator de decréscimo desta condição, com forte relação à dificuldades financeiras. O sexo do paciente, a cidade de moradia, a recepção de tratamento e de atendimento nutricional tem papel determinante nos problemas nutricionais. As estratégias de coping de tipo comportamental com enfoque no problema são as mais utilizadas por mulheres. O coping nesta doença, de forma ideal, se mostrou como junção de emoção e foco no problema, sendo indicados estudos de acompanhamento em períodos posteriores cirúrgicos.
Autores principais:Carvalho,Anderson de
Outros Autores:Grubits,Heloísa; Vera,José Ángel; Durazo,Francisco
Assunto:câncer enfrentamento oncologia qualidade de vida
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Resumo O objetivo desta pesquisa foi identificar as estratégias de coping utilizadas pelos pacientes de cirurgia de cabeça e pescoço no enfrentamento da doença e sua percepção associada de qualidade de vida relacionada à saúde. Trata-se de um estudo exploratório-descritivo, comparativo e de corte transversal. Foram incluídos 55 pacientes com atendimento entre 1-7 dias (primeira semana) após cirurgia de cabeça e pescoço em um hospital de Campo Grande, MS; sendo a amostra por conveniência, composta por 28 (50,9%) homens e 27 (49,1%) mulheres. Foram aplicados questionário sociodemográfico, EORTC QLQ-C30, EORTC QLQ-H&N35 específico ao câncer de cabeça e pescoço e Escala de Coping de Billings e Moos. Observa-se que a qualidade de vida é afetada na doença sobretudo quanto aos referenciais de socialização, com recorrentes restrições nutricionais, tensões e risco de isolamento; sendo a disfagia um dos principais fatores de efeito negativo à qualidade de vida relacionada à saúde, a disfonia é outro fator de decréscimo desta condição, com forte relação à dificuldades financeiras. O sexo do paciente, a cidade de moradia, a recepção de tratamento e de atendimento nutricional tem papel determinante nos problemas nutricionais. As estratégias de coping de tipo comportamental com enfoque no problema são as mais utilizadas por mulheres. O coping nesta doença, de forma ideal, se mostrou como junção de emoção e foco no problema, sendo indicados estudos de acompanhamento em períodos posteriores cirúrgicos.