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Composição e percepção corporal de adolescentes de escolas públicas

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A adolescência é acompanhada de mudanças cognitivas, emocionais, sociais e biológicas que ampliam as situações de risco ao desenvolvimento de disfunções psicossomáticas. Este estudo aferiu e classificou a composição corporal e a comparou à autopercepção corporal em adolescentes. Alunos do sétimo ao nono ano do ensino fundamental público no Distrito Federal, Brasil, responderam a questionários sócio-demográfico e de percepção corporal. Massa e estatura foram medidas e o Índice de Massa Corporal (IMC) foi calculado para classificação da composição corporal. Dos 977 adolescentes, 79.1% apresentaram IMC eutrófico. Dos 473 meninos, 11.4% apresentaram excesso de peso e 4.7% baixo peso; 23.8% perceberam o corpo como menor do que realmente é e 25.5% tentaram ganhar massa corporal. Das 504 meninas, 11.9% apresentaram excesso de peso e 13.4% baixo peso; 24.1% perceberam o corpo como maior do que realmente é e 32.5% tentaram perder massa corporal. A composição corporal inadequada, prevalente em 20.9% dos adolescentes, pode trazer prejuízos ao crescimento, desenvolvimento e saúde. Estes problemas podem ser agravados pela elevada prevalência de autopercepção corporal distorcida e de atitudes para obter mudanças corporais. Recomenda-se a realização de intervenções educativas sobre composição, percepção e cultura corporal e saúde de forma integrada, com abordagens diferenciadas por sexo.
Autores principais:Ferreira,A.A.
Outros Autores:Nogueira,J.D.; Wiggers,I.; Fontana,K.E.
Assunto:imc imagem corporal sobrepeso baixo peso saúde
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:A adolescência é acompanhada de mudanças cognitivas, emocionais, sociais e biológicas que ampliam as situações de risco ao desenvolvimento de disfunções psicossomáticas. Este estudo aferiu e classificou a composição corporal e a comparou à autopercepção corporal em adolescentes. Alunos do sétimo ao nono ano do ensino fundamental público no Distrito Federal, Brasil, responderam a questionários sócio-demográfico e de percepção corporal. Massa e estatura foram medidas e o Índice de Massa Corporal (IMC) foi calculado para classificação da composição corporal. Dos 977 adolescentes, 79.1% apresentaram IMC eutrófico. Dos 473 meninos, 11.4% apresentaram excesso de peso e 4.7% baixo peso; 23.8% perceberam o corpo como menor do que realmente é e 25.5% tentaram ganhar massa corporal. Das 504 meninas, 11.9% apresentaram excesso de peso e 13.4% baixo peso; 24.1% perceberam o corpo como maior do que realmente é e 32.5% tentaram perder massa corporal. A composição corporal inadequada, prevalente em 20.9% dos adolescentes, pode trazer prejuízos ao crescimento, desenvolvimento e saúde. Estes problemas podem ser agravados pela elevada prevalência de autopercepção corporal distorcida e de atitudes para obter mudanças corporais. Recomenda-se a realização de intervenções educativas sobre composição, percepção e cultura corporal e saúde de forma integrada, com abordagens diferenciadas por sexo.