Publicação

Complicações da utilização de equipamentos de proteção individual na pandemia de COVID-19

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Resumo Enquadramento: Em 2020, a COVID-19 é declarada pandemia. Os equipamentos de proteção individual (EPIs) surgem como medida eficaz para prevenir e controlar a transmissão, provocando diversas complicações nos profissionais. Objetivos: Identificar as complicações decorrentes da utilização de EPIs. Metodologia: Estudo transversal descritivo realizado em 118 profissionais de uma unidade local de saúde, responderam a um questionário online, através do convite, via email, do gestor do serviço. Parecer favorável da Comissão de Ética. Resultados: O respirador FPP2 (96,6%), a bata (79,6%) e o fato integral (89,3%) foram responsáveis pela maioria das complicações, predominou a hiperidrose relacionada com o uso de fato integral (95,3%), avental (93,1%) e bata (92,0%), as quedas associadas ao uso dos protetores dos sapatos (94,6%), a xerodermia com o uso de luvas (65,2%) e a dificuldade na comunicação verbal relacionada com o uso de máscaras. Conclusão: As complicações mais frequentes foram a hiperidrose, as quedas e a xerodermia, sugerindo-se o reforço de hidratação oral e cutânea bem como a limitação de utilização dos EPIs ao tempo absolutamente necessário.
Autores principais:Silva,Maria do Céu Vaqueiro da
Outros Autores:Martins,Matilde Delmina da Silva; Silva,Norberto Aníbal Pires da
Assunto:COVID-19 equipamento de proteção individual efeitos adversos
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Resumo Enquadramento: Em 2020, a COVID-19 é declarada pandemia. Os equipamentos de proteção individual (EPIs) surgem como medida eficaz para prevenir e controlar a transmissão, provocando diversas complicações nos profissionais. Objetivos: Identificar as complicações decorrentes da utilização de EPIs. Metodologia: Estudo transversal descritivo realizado em 118 profissionais de uma unidade local de saúde, responderam a um questionário online, através do convite, via email, do gestor do serviço. Parecer favorável da Comissão de Ética. Resultados: O respirador FPP2 (96,6%), a bata (79,6%) e o fato integral (89,3%) foram responsáveis pela maioria das complicações, predominou a hiperidrose relacionada com o uso de fato integral (95,3%), avental (93,1%) e bata (92,0%), as quedas associadas ao uso dos protetores dos sapatos (94,6%), a xerodermia com o uso de luvas (65,2%) e a dificuldade na comunicação verbal relacionada com o uso de máscaras. Conclusão: As complicações mais frequentes foram a hiperidrose, as quedas e a xerodermia, sugerindo-se o reforço de hidratação oral e cutânea bem como a limitação de utilização dos EPIs ao tempo absolutamente necessário.