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Signos de uma ideologia: A fotografia sobre o Brasil na obra ‘O Berço da Desigualdade’, de Sebastião Salgado

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Analisa-se oito fotografias produzidas no Brasil, presentes na obra ‘O Berço da Desigualdade’ (2009), cuja autoria é de Sebastião Salgado e Cristovam Buarque. Apresenta-se possibilidades interpretativas dos textos visuais em complementação com os textos escritos. Elege-se a semiótica peirciana, e especificamente a teoria dos interpretantes como alicerce do desenvolvimento metodológico da pesquisa, como também as questões técnicas da linguagem fotográfica. Acredita-se que Sebastião Salgado por meio de suas fotografias, torna proeminente a discussão sobre problemáticas sociais específicas, no sentido de reivindicar pela dignidade, como também pela democracia dos direitos humanos e sociais dos seres fotografados. E ainda, percebe-se a força do interpretante final durante a análise.
Autores principais:Silva, Ana Carmem do Nascimento
Outros Autores:Souza, Élmano Ricarte de Azevêdo; Nobre, Itamar de Moais
Assunto:Análise fotográfica Semiótica peirciana Ideologia Sebastião Salgado O Berço da Desigualdade
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Instituição associada:Universidade de Aveiro
Idioma:português
Origem:SOPCOM: Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação
Descrição
Resumo:Analisa-se oito fotografias produzidas no Brasil, presentes na obra ‘O Berço da Desigualdade’ (2009), cuja autoria é de Sebastião Salgado e Cristovam Buarque. Apresenta-se possibilidades interpretativas dos textos visuais em complementação com os textos escritos. Elege-se a semiótica peirciana, e especificamente a teoria dos interpretantes como alicerce do desenvolvimento metodológico da pesquisa, como também as questões técnicas da linguagem fotográfica. Acredita-se que Sebastião Salgado por meio de suas fotografias, torna proeminente a discussão sobre problemáticas sociais específicas, no sentido de reivindicar pela dignidade, como também pela democracia dos direitos humanos e sociais dos seres fotografados. E ainda, percebe-se a força do interpretante final durante a análise.