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As Festas Populares de Lisboa e o Fotojornalismo do periódico Correio da Manhã

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Summary:Investiga-se e analisa-se a representação e a produção de sentido sobre a cultura popular, em homenagem aos santos católicos do mês de junho: Santo Antônio, São João e São Pedro (celebrados, respectivamente, nos dias 13, 24 e 29) nas fotografias jornalísticas do periódico Correio da Manhã (Lisboa, Portugal), publicadas o mês de junho de 2012, com base na semiótica da comunicação e na teoria da Folkcomunicação. A partir dessas teorias pressupomos que tais imagens possuem conteúdo e significados representacionais das manifestações e identidades culturais populares das festas e dos santos católicos. A pesquisa, ainda em andamento, já aponta que há um olhar comum ao se retratar a cultura popular no veículo de comunicação. Um olhar cujas características são de um paradigma dominante que exclui conhecimentos ditos não eruditos.
Main Authors:Souza, Élmano Ricarte de Azevêdo
Other Authors:Silva, Ana Carmem do Nascimento; Nobre, Itamar de Moais
Subject:Fotografia jornalística Manifestações culturais Festas de junho Semiótica da comunicação Folkcomunicação
Year:2013
Country:Portugal
Document type:article
Associated institution:Universidade de Aveiro
Language:Portuguese
Origin:SOPCOM: Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação
Description
Summary:Investiga-se e analisa-se a representação e a produção de sentido sobre a cultura popular, em homenagem aos santos católicos do mês de junho: Santo Antônio, São João e São Pedro (celebrados, respectivamente, nos dias 13, 24 e 29) nas fotografias jornalísticas do periódico Correio da Manhã (Lisboa, Portugal), publicadas o mês de junho de 2012, com base na semiótica da comunicação e na teoria da Folkcomunicação. A partir dessas teorias pressupomos que tais imagens possuem conteúdo e significados representacionais das manifestações e identidades culturais populares das festas e dos santos católicos. A pesquisa, ainda em andamento, já aponta que há um olhar comum ao se retratar a cultura popular no veículo de comunicação. Um olhar cujas características são de um paradigma dominante que exclui conhecimentos ditos não eruditos.