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Caraterização Biofísica de um Atleta de Elite das Provas de Velocidade em Cadeira de Rodas: Análise da Prova de 100 metros

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Summary:Este estudo tem como objetivo fazer a caraterização biofísica de um atleta de elite em cadeira de rodas, numa prova de velocidade de 100m, com ênfase em fatores biomecânicos. O atleta participante é do sexo masculino, compete na categoria T52 e é detentor do recorde nacional dos 100m. Foram realizados 4 sprints, com capacete e rodas abertas, com capacete e rodas fechadas, sem capacete e rodas abertas, bem como sem capacete e rodas fechadas. A análise cinemática foi realizada com o software Kinovea e a análise estatística com recurso ao SPSS. Foi registado menor arrasto e menor resistência de rolamento quando foi utilizado capacete (capacete aerodinâmico de estrada) no sprint com capacete e rodas abertas (D - 7,01±4,21N e RR - 4,81±0,04N). Os dados obtidos indicam que sem capacete e rodas fechadas teve o maior arrasto (9,45±5,43N), resistência de rolamento (4,85±0,05N) e potência total (365,75±287,22W). Os melhores tempos acumulados foram conseguidos nos sprints com capacete e rodas fechadas e com capacete e rodas abertas, 22’’15 e 22’’70, respetivamente. Relativamente aos diferentes tipos de rodas utilizadas, não parece que tenha havido uma influência significava entre elas, tendo em conta o sprint de 100 metros.
Main Authors:Martins, Joana Raquel Fráguas
Subject:Atlestismo Adaptado Biomecânica Cinemática Prova Velocidade T52
Year:2023
Country:Portugal
Document type:master thesis
Access type:open access
Associated institution:Universidade da Beira Interior
Language:Portuguese
Origin:uBibliorum
Description
Summary:Este estudo tem como objetivo fazer a caraterização biofísica de um atleta de elite em cadeira de rodas, numa prova de velocidade de 100m, com ênfase em fatores biomecânicos. O atleta participante é do sexo masculino, compete na categoria T52 e é detentor do recorde nacional dos 100m. Foram realizados 4 sprints, com capacete e rodas abertas, com capacete e rodas fechadas, sem capacete e rodas abertas, bem como sem capacete e rodas fechadas. A análise cinemática foi realizada com o software Kinovea e a análise estatística com recurso ao SPSS. Foi registado menor arrasto e menor resistência de rolamento quando foi utilizado capacete (capacete aerodinâmico de estrada) no sprint com capacete e rodas abertas (D - 7,01±4,21N e RR - 4,81±0,04N). Os dados obtidos indicam que sem capacete e rodas fechadas teve o maior arrasto (9,45±5,43N), resistência de rolamento (4,85±0,05N) e potência total (365,75±287,22W). Os melhores tempos acumulados foram conseguidos nos sprints com capacete e rodas fechadas e com capacete e rodas abertas, 22’’15 e 22’’70, respetivamente. Relativamente aos diferentes tipos de rodas utilizadas, não parece que tenha havido uma influência significava entre elas, tendo em conta o sprint de 100 metros.