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Existe Brand Love no Electronic Word of Mouth (eWOM)? O caso dos fans de futebol

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Em 1986 Sternberg publica um estudo seminal sobre o amor, onde encontra três componentes: a intimidade, a paixão e a decisão/compromisso. Vinte anos mais tarde, primeiro com Ahuvia enquanto explora desenvolvimentos do conceito de extended self de Belk, depois com Carroll e Ahuvia, chega-se a que é possível experienciar sentimentos como amor por marcas, criando ligações íntimas, apaixonadas e comprometidas com as mesmas. O Brand Love representa o grau de apego emocional que o consumidor satisfeito tem pela marca. Não é tão simples como gostar de uma marca, é considerado um resultado de um relacionamento de longo prazo entre o consumidor e a marca. A relação entre a confiança na marca e o brand love é estabelecida há medida que um consumidor acredita que pode confiar nela. Caso a marca não consiga esse envolvimento com o consumidor pode surgir o oposto – Brand Hate. Vários sentimentos negativos podem levar à criação de conteúdo negativo, tanto online como offline. O WOM é o processo de troca de informações sobre um produto ou serviço. O eWOM compreende uma comunicação maioritariamente escrita, enquanto o WOM offline é maioritariamente falado. Este estudo compreende perceber o impacto do Brand Love no eWOM, levantando a questão, existe Brand love no digital? O método de investigação é baseado no Thematic Analysis, onde foram identificados, analisados e descritos temas dentro dos dados das entrevistas semiestruturadas de forma a provar duas teorias. Os resultado obtidos demonstram a existência de manifestações do Brand Love no eWOM, pois os inquiridos demonstram as diversas componentes do amor ao longo do seu discurso.
Autores principais:Franco, Inês Sofia Medeiros
Assunto:Brand love Redes Sociais eWOM WOM Brand Hate
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade Europeia
Idioma:português
Origem:Universidade Europeia
Descrição
Resumo:Em 1986 Sternberg publica um estudo seminal sobre o amor, onde encontra três componentes: a intimidade, a paixão e a decisão/compromisso. Vinte anos mais tarde, primeiro com Ahuvia enquanto explora desenvolvimentos do conceito de extended self de Belk, depois com Carroll e Ahuvia, chega-se a que é possível experienciar sentimentos como amor por marcas, criando ligações íntimas, apaixonadas e comprometidas com as mesmas. O Brand Love representa o grau de apego emocional que o consumidor satisfeito tem pela marca. Não é tão simples como gostar de uma marca, é considerado um resultado de um relacionamento de longo prazo entre o consumidor e a marca. A relação entre a confiança na marca e o brand love é estabelecida há medida que um consumidor acredita que pode confiar nela. Caso a marca não consiga esse envolvimento com o consumidor pode surgir o oposto – Brand Hate. Vários sentimentos negativos podem levar à criação de conteúdo negativo, tanto online como offline. O WOM é o processo de troca de informações sobre um produto ou serviço. O eWOM compreende uma comunicação maioritariamente escrita, enquanto o WOM offline é maioritariamente falado. Este estudo compreende perceber o impacto do Brand Love no eWOM, levantando a questão, existe Brand love no digital? O método de investigação é baseado no Thematic Analysis, onde foram identificados, analisados e descritos temas dentro dos dados das entrevistas semiestruturadas de forma a provar duas teorias. Os resultado obtidos demonstram a existência de manifestações do Brand Love no eWOM, pois os inquiridos demonstram as diversas componentes do amor ao longo do seu discurso.