Publicação
Atitudes face ao Teletrabalho: uma análise comparativa entre os trabalhadores portugueses e brasileiros
| Resumo: | O presente estudo aborda um tema bastante importante para as organizações nos tempos que decorrem, o teletrabalho. Esta nova modalidade de trabalho cresce exponencialmente entre as organizações que visam manter a competitividade, aprimorar o desempenho de seu negócio e elevar a qualidade de vida no trabalho. Nele, os colaboradores desenvolvem suas funções remotamente, utilizando a tecnologia e equipamentos de telecomunicação. Este estudo apresenta a evolução histórica das relações de trabalho, o surgimento do trabalho remoto, origem, conceitos, características e atitudes face ao mesmo, bem como, a regulamentação legal do teletrabalho e noções de satisfação/qualidade de vida no trabalho. Teve por objetivo principal entender e comparar as atitudes face ao teletrabalho dos portugueses e brasileiros com experiência em teletrabalho. Para a realização deste estudo comparativo adotou-se uma metodologia quantitativa, através da aplicação de um questionário online. O estudo contou com a participação voluntária de 368 sujeitos (54,6% do sexo feminino e 45,1% do sexo masculino), com idades compreendidas entre os 18 e os 77 anos. Para medir as variáveis em estudo, recorreu-se à utilização da escala Atitudes face ao Teletrabalho (Telecommuting Attitudes) de Clark, Karau, & Michalisin (2012). Os resultados obtidos revelam que os brasileiros apresentam atitudes mais favoráveis face ao teletrabalho em relação aos portugueses. Na variável relativa a cultura portuguesa demonstra preferir trabalhar num ambiente de escritório tradicional, onde sentem-se mais produtivos e eficientes enquanto a cultura brasileira mostra sentir-se mais conectada com a sociais e sendo melhor recompensada. De seguida, na variável os portugueses consideram o teletrabalho menos visível para a administração da empresa e com isso, perdem comunicações e eventos importantes de trabalho. Em relação a variável Work-Life-Balance os brasileiros demonstram gostarem de trabalhar num ambiente mais descontraído, gerindo as horas de trabalho de forma mais flexível. Passando para a análise da variável podemos concluir que os portugueses temem sentirem-se só, isolados dos colegas acreditam que o teletrabalho leva a consequências negativas. |
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| Autores principais: | Somenzi, Aline |
| Assunto: | Teletrabalho Atitudes face ao Teletrabalho Tecnologias de Informação |
| Ano: | 2023 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade Europeia |
| Idioma: | português |
| Origem: | Universidade Europeia |
| Resumo: | O presente estudo aborda um tema bastante importante para as organizações nos tempos que decorrem, o teletrabalho. Esta nova modalidade de trabalho cresce exponencialmente entre as organizações que visam manter a competitividade, aprimorar o desempenho de seu negócio e elevar a qualidade de vida no trabalho. Nele, os colaboradores desenvolvem suas funções remotamente, utilizando a tecnologia e equipamentos de telecomunicação. Este estudo apresenta a evolução histórica das relações de trabalho, o surgimento do trabalho remoto, origem, conceitos, características e atitudes face ao mesmo, bem como, a regulamentação legal do teletrabalho e noções de satisfação/qualidade de vida no trabalho. Teve por objetivo principal entender e comparar as atitudes face ao teletrabalho dos portugueses e brasileiros com experiência em teletrabalho. Para a realização deste estudo comparativo adotou-se uma metodologia quantitativa, através da aplicação de um questionário online. O estudo contou com a participação voluntária de 368 sujeitos (54,6% do sexo feminino e 45,1% do sexo masculino), com idades compreendidas entre os 18 e os 77 anos. Para medir as variáveis em estudo, recorreu-se à utilização da escala Atitudes face ao Teletrabalho (Telecommuting Attitudes) de Clark, Karau, & Michalisin (2012). Os resultados obtidos revelam que os brasileiros apresentam atitudes mais favoráveis face ao teletrabalho em relação aos portugueses. Na variável relativa a cultura portuguesa demonstra preferir trabalhar num ambiente de escritório tradicional, onde sentem-se mais produtivos e eficientes enquanto a cultura brasileira mostra sentir-se mais conectada com a sociais e sendo melhor recompensada. De seguida, na variável os portugueses consideram o teletrabalho menos visível para a administração da empresa e com isso, perdem comunicações e eventos importantes de trabalho. Em relação a variável Work-Life-Balance os brasileiros demonstram gostarem de trabalhar num ambiente mais descontraído, gerindo as horas de trabalho de forma mais flexível. Passando para a análise da variável podemos concluir que os portugueses temem sentirem-se só, isolados dos colegas acreditam que o teletrabalho leva a consequências negativas. |
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