Publicação
Conversas da Treta nas Organizações: O Papel Moderador da Personalidade na relação entre o Bullshit Organizacional com a Satisfação Laboral e a Intenção de Saída
| Resumo: | O presente estudo teve como principal objetivo analisar o papel moderador dos traços de personalidade na relação entre o bullshit organizacional com os níveis de satisfação laboral e intenção de saída dos colaboradores. Partindo da premissa de que o impacto do bullshit no contexto organizacional pode variar consoante características individuais, procurou-se compreender de que forma diferentes perfis de personalidade intensificam ou atenuam os efeitos do bullshit. Foi realizado um estudo quantitativo com uma amostra de 300 participantes em atividade profissional, provenientes de diferentes áreas. A recolha de dados foi efetuada através de um questionário online, composto por instrumentos validados que avaliam a perceção do bullshit organizacional, os traços de personalidade, a satisfação laboral e a intenção de saída. Para a análise dos dados, recorreram-se a modelos de regressão e testes de moderação para avaliar as relações entre as variáveis. Os resultados evidenciam que a perceção do bullshit organizacional associa-se negativamente à satisfação laboral e positivamente à intenção de saída. Além disso, verificou-se que certos traços de personalidade – como a conscienciosidade, a amabilidade e o neuroticísmo – moderam significativamente estas relações. Estes resultados evidenciam que a forma como os colaboradores reagem a comunicações ambíguas ou desonestas no contexto organizacional não é uniforme, sendo influenciada pelas suas disposições individuais. Assim, destaca-se a importância de considerar as diferenças de personalidade na gestão organizacional e de fomentar uma cultura organizacional assente na transparência e autenticidade. Tal abordagem poderá contribuir para minimizar os efeitos negativos do bullshit organizacional e promover um ambiente de trabalho mais saudável e satisfatório para os seus colaboradores. |
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| Autores principais: | Florêncio, Susana Cristina Coelho |
| Assunto: | Bullshit Organizacional Personalidade Satisfação Laboral Intenção de Saída Comunicação Organizacional |
| Ano: | 2025 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Europeia |
| Idioma: | português |
| Origem: | Universidade Europeia |
| Resumo: | O presente estudo teve como principal objetivo analisar o papel moderador dos traços de personalidade na relação entre o bullshit organizacional com os níveis de satisfação laboral e intenção de saída dos colaboradores. Partindo da premissa de que o impacto do bullshit no contexto organizacional pode variar consoante características individuais, procurou-se compreender de que forma diferentes perfis de personalidade intensificam ou atenuam os efeitos do bullshit. Foi realizado um estudo quantitativo com uma amostra de 300 participantes em atividade profissional, provenientes de diferentes áreas. A recolha de dados foi efetuada através de um questionário online, composto por instrumentos validados que avaliam a perceção do bullshit organizacional, os traços de personalidade, a satisfação laboral e a intenção de saída. Para a análise dos dados, recorreram-se a modelos de regressão e testes de moderação para avaliar as relações entre as variáveis. Os resultados evidenciam que a perceção do bullshit organizacional associa-se negativamente à satisfação laboral e positivamente à intenção de saída. Além disso, verificou-se que certos traços de personalidade – como a conscienciosidade, a amabilidade e o neuroticísmo – moderam significativamente estas relações. Estes resultados evidenciam que a forma como os colaboradores reagem a comunicações ambíguas ou desonestas no contexto organizacional não é uniforme, sendo influenciada pelas suas disposições individuais. Assim, destaca-se a importância de considerar as diferenças de personalidade na gestão organizacional e de fomentar uma cultura organizacional assente na transparência e autenticidade. Tal abordagem poderá contribuir para minimizar os efeitos negativos do bullshit organizacional e promover um ambiente de trabalho mais saudável e satisfatório para os seus colaboradores. |
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