Publicação
O impacto da liderança destrutiva: a inteligência emocional como moderadora nas intenções de saída
| Resumo: | A liderança nas organizações pressupõe comportamentos e ideologias que sejam favoráveis ao crescimento dos subordinados. Contudo, nem todas as lideranças pretendem o bem estar e estabilidade do grupo. A inteligência emocional tem sido muito estudada devido à sua base de resiliência e controlo das emoções não só em contexto profissional como nas ações do dia a dia. Neste sentido, e com o crescimento, cada vez mais acentuado, de líderes destrutivos, o estudo tem como principal objetivo perceber as consequências da liderança destrutiva no impacto das intenções de saída e ainda analisar e compreender se a inteligência emocional mostra ser uma ferramenta com um efeito moderador na relação. Para além disso, foi feita uma análise mais detalhada entre cada dimensão da liderança destrutiva e da inteligência emocional, como forma de apoio e sustentação à questão principal. Para a análise deste estudo correlacional, foi adotada uma metodologia quantitativa com recurso ao Google Forms. Com isto, a amostra do estudo é composta por 202 participantes, a trabalharem em organizações dentro ou fora de Portugal mas que, obrigatoriamente, tem uma chefia direta. A análise teve como recurso a análise de regressões simples e ainda de moderações simples. Após a análise da literatura e de dados estatisticamente analisados, é possível concluir que existe uma relação positiva entre a liderança destrutiva e as intenções de saída. Por sua vez, é confirmado o efeito moderador da inteligência emocional entre a relação destas duas variáveis. |
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| Autores principais: | Lopes, Teresa Alexandra Ferreira |
| Assunto: | Liderança destrutiva Intenção de saída Inteligência emocional Moderação Emoções |
| Ano: | 2024 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade Europeia |
| Idioma: | português |
| Origem: | Universidade Europeia |
| Resumo: | A liderança nas organizações pressupõe comportamentos e ideologias que sejam favoráveis ao crescimento dos subordinados. Contudo, nem todas as lideranças pretendem o bem estar e estabilidade do grupo. A inteligência emocional tem sido muito estudada devido à sua base de resiliência e controlo das emoções não só em contexto profissional como nas ações do dia a dia. Neste sentido, e com o crescimento, cada vez mais acentuado, de líderes destrutivos, o estudo tem como principal objetivo perceber as consequências da liderança destrutiva no impacto das intenções de saída e ainda analisar e compreender se a inteligência emocional mostra ser uma ferramenta com um efeito moderador na relação. Para além disso, foi feita uma análise mais detalhada entre cada dimensão da liderança destrutiva e da inteligência emocional, como forma de apoio e sustentação à questão principal. Para a análise deste estudo correlacional, foi adotada uma metodologia quantitativa com recurso ao Google Forms. Com isto, a amostra do estudo é composta por 202 participantes, a trabalharem em organizações dentro ou fora de Portugal mas que, obrigatoriamente, tem uma chefia direta. A análise teve como recurso a análise de regressões simples e ainda de moderações simples. Após a análise da literatura e de dados estatisticamente analisados, é possível concluir que existe uma relação positiva entre a liderança destrutiva e as intenções de saída. Por sua vez, é confirmado o efeito moderador da inteligência emocional entre a relação destas duas variáveis. |
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