Publicação
A promoção da leitura em contextos não formais
| Resumo: | A promoção da leitura e a formação leitores não é só uma tarefa da escola, mas sim uma missão na qual toda a sociedade tem inúmeras responsabilidades. Muito embora a sociedade valorize a leitura, como alguns estudos vão revelando, o que é certo é que ainda se assaca o encargo da promoção da mesma, quase exclusivamente, à instituição escolar. Ainda assim, paulatinamente, os livros e a leitura vão surgindo em contextos não formais. Espaços como bibliotecas, livrarias, associações culturais ou alguns mais inesperados como cafés, restaurantes, lojas ou consultórios médicos já apresentam pequenas áreas destinadas às crianças, onde encontramos brinquedos e, porém de forma tímida, livros. Práticas e áreas como estas, se inicialmente, parece-nos, se constituíram para “entreter” as crianças, podem também já indiciar e ser potenciadas como contextos não formais de leitura. Nesta comunicação, pretendemos, tendo por base alguns estudos, perceber o que são hoje os mais novos, em termos de leitura, e salientar a importância destes contextos não formais na promoção da mesma, envolvendo neste desígnio outros atores. |
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| Autores principais: | Balça, Ângela |
| Assunto: | Leitura Contextos não formais |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Évora |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico da Universidade de Évora |
| Resumo: | A promoção da leitura e a formação leitores não é só uma tarefa da escola, mas sim uma missão na qual toda a sociedade tem inúmeras responsabilidades. Muito embora a sociedade valorize a leitura, como alguns estudos vão revelando, o que é certo é que ainda se assaca o encargo da promoção da mesma, quase exclusivamente, à instituição escolar. Ainda assim, paulatinamente, os livros e a leitura vão surgindo em contextos não formais. Espaços como bibliotecas, livrarias, associações culturais ou alguns mais inesperados como cafés, restaurantes, lojas ou consultórios médicos já apresentam pequenas áreas destinadas às crianças, onde encontramos brinquedos e, porém de forma tímida, livros. Práticas e áreas como estas, se inicialmente, parece-nos, se constituíram para “entreter” as crianças, podem também já indiciar e ser potenciadas como contextos não formais de leitura. Nesta comunicação, pretendemos, tendo por base alguns estudos, perceber o que são hoje os mais novos, em termos de leitura, e salientar a importância destes contextos não formais na promoção da mesma, envolvendo neste desígnio outros atores. |
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