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Leitura e educação literária: da viagem possível às restrições do mapa

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este texto pretende, partindo da discussão dos conceitos de leitura e educação literária, apresentar uma visão crítica relativamente aos mais recentes documentos normativos para a disciplina de Português no Ensino Básico, em Portugal, no que àqueles domínios diz respeito. A sua forma e conteúdo bem como a sua articulação com determinadas práticas dominantes de avaliação configuram-se como elementos potencialmente restritivos das competências profissionais do professor, do potencial que a leitura e que um percurso de educação literária possibilitariam e da formação do aluno em sentido mais abrangente. Procuraremos, na nossa reflexão, destacar os aspetos que se afiguram como os mais restritivos e limitadores na abertura à possibilidade de práticas mais flexíveis e ajustadas aos contextos de aprendizagem e, consequentemente, os maiores obstáculos à formação de leitores críticos e à promoção de uma efetiva educação literária.
Autores principais:Balca, Angela
Outros Autores:Costa, Paulo
Assunto:Leitura Educação Literária Ensino do Português
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Évora
Idioma:português
Origem:Repositório Científico da Universidade de Évora
Descrição
Resumo:Este texto pretende, partindo da discussão dos conceitos de leitura e educação literária, apresentar uma visão crítica relativamente aos mais recentes documentos normativos para a disciplina de Português no Ensino Básico, em Portugal, no que àqueles domínios diz respeito. A sua forma e conteúdo bem como a sua articulação com determinadas práticas dominantes de avaliação configuram-se como elementos potencialmente restritivos das competências profissionais do professor, do potencial que a leitura e que um percurso de educação literária possibilitariam e da formação do aluno em sentido mais abrangente. Procuraremos, na nossa reflexão, destacar os aspetos que se afiguram como os mais restritivos e limitadores na abertura à possibilidade de práticas mais flexíveis e ajustadas aos contextos de aprendizagem e, consequentemente, os maiores obstáculos à formação de leitores críticos e à promoção de uma efetiva educação literária.