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Catálogo 2.0 e os catálogos das bibliotecas públicas em Portugal

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Analisam-se os catálogos das bibliotecas públicas portuguesas que integram a Rede Nacional de Bibliotecas Públicas a fim de avaliar a sua proximidade ou afastamento face ao novo modelo de catálogo designado por Catálogo 2.0 ou Catálogo de Nova Geração. Os resultados desta análise permitem concluir que os catálogos destas bibliotecas se encontram ainda longe da implementação de um novo modelo de catálogo. Verifica-se a existência de alguns casos que já incorporam algumas novas funcionalidades, mas, de alguma forma dentro do paradigma anterior. Constata-se igualmente que as bibliotecas parecem não distinguir com clareza as diversas funções que o catálogo deve desempenhar e misturam, por isso, nas interfaces destinadas ao público soluções que não se destinam a este e que, estão, portanto longe de responder aos seus interesses, necessidades e competências. A diversidade e complexidade de opções, sobretudo em aspetos cruciais, como o dos tipos de pesquisa e índices tornam a tarefa do utilizador assaz complicada. A linguagem utilizada para designar as várias opções não contribui também, em muitos casos, para esclarecer o utilizador. Por último, parece evidente que as bibliotecas ignoram a diversidade de públicos a que se devem dirigir, nomeadamente o público infanto-juvenil, dado que é quase inexistente qualquer solução de catálogo para este tipo de público.
Autores principais:Leitão, Paulo
Outros Autores:Calixto, José António
Assunto:Catálogo 2.0 Bibliotecas Públicas Portugal
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Évora
Idioma:português
Origem:Repositório Científico da Universidade de Évora
Descrição
Resumo:Analisam-se os catálogos das bibliotecas públicas portuguesas que integram a Rede Nacional de Bibliotecas Públicas a fim de avaliar a sua proximidade ou afastamento face ao novo modelo de catálogo designado por Catálogo 2.0 ou Catálogo de Nova Geração. Os resultados desta análise permitem concluir que os catálogos destas bibliotecas se encontram ainda longe da implementação de um novo modelo de catálogo. Verifica-se a existência de alguns casos que já incorporam algumas novas funcionalidades, mas, de alguma forma dentro do paradigma anterior. Constata-se igualmente que as bibliotecas parecem não distinguir com clareza as diversas funções que o catálogo deve desempenhar e misturam, por isso, nas interfaces destinadas ao público soluções que não se destinam a este e que, estão, portanto longe de responder aos seus interesses, necessidades e competências. A diversidade e complexidade de opções, sobretudo em aspetos cruciais, como o dos tipos de pesquisa e índices tornam a tarefa do utilizador assaz complicada. A linguagem utilizada para designar as várias opções não contribui também, em muitos casos, para esclarecer o utilizador. Por último, parece evidente que as bibliotecas ignoram a diversidade de públicos a que se devem dirigir, nomeadamente o público infanto-juvenil, dado que é quase inexistente qualquer solução de catálogo para este tipo de público.