Publicação
Uma relação difícil? Escola e alfabetização no Alentejo (1850-1930)
| Resumo: | Este texto parte de um quadro teórico de referência que radica do debate de matriz económica e social, sobre o Alentejo Contemporâneo. Analisa-se o processo de alfabetização na segunda metade do século XIX remetendo para o papel da educação formal dos protagonistas do desenvolvimento económico regional. Assume-se que uma das componentes fundamentais do desenvolvimento económico e social da Europa do Sul, na segunda metade do século XIX, se baseia, entre outros factores, no nível de formação dos seus recursos humanos. Parte-se da tese geral de que um maior investimento do Estado em educação teria implicado a melhoria dos índices de desenvolvimento económico e dos indicadores de desenvolvimento social na região. No entanto este artigo pretende mostrar que no Alentejo do século XIX, um tipo de educação menos formal, sem uma aposta exclusiva na instalação de escolas, mas mais adaptada às condições de relevo, clima e tipo de povoamento, poderia ter tido resultados diferentes no quadro de uma política educativa diferenciada. |
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| Autores principais: | Gameiro, Fernando Luís |
| Assunto: | Alfabetização Analfabetismo Alentejo Escola primária |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Évora |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico da Universidade de Évora |
| Resumo: | Este texto parte de um quadro teórico de referência que radica do debate de matriz económica e social, sobre o Alentejo Contemporâneo. Analisa-se o processo de alfabetização na segunda metade do século XIX remetendo para o papel da educação formal dos protagonistas do desenvolvimento económico regional. Assume-se que uma das componentes fundamentais do desenvolvimento económico e social da Europa do Sul, na segunda metade do século XIX, se baseia, entre outros factores, no nível de formação dos seus recursos humanos. Parte-se da tese geral de que um maior investimento do Estado em educação teria implicado a melhoria dos índices de desenvolvimento económico e dos indicadores de desenvolvimento social na região. No entanto este artigo pretende mostrar que no Alentejo do século XIX, um tipo de educação menos formal, sem uma aposta exclusiva na instalação de escolas, mas mais adaptada às condições de relevo, clima e tipo de povoamento, poderia ter tido resultados diferentes no quadro de uma política educativa diferenciada. |
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