Publicação
Comportamentos na dor do trabalho de parto em primiparas
| Resumo: | O objetivo foi compreender os comportamentos na dor do trabalho de aprto, na primeira experiência do nascimento, por parte das parturientes, enfermeiras e maridos que acompanham, nos meses de maio a setembro de 2006.os participantes são onze parturientes com idades compreendidas entre os vinte e os quarenta anos, cinco enfermeiras e dois maridos. Foi feita observação livre e aplicação do questionário da dor de McGill durante o trabalho de parto. Vinte e quatro horas depois foram feitas entrevistas semi-estruturadas sendo igual o procedimento para os maridos. As enfermeiras foram entrevistadas no bloco de partos.As notas de observação e transcrição das entrevistas foram analisadas de acordo com a grounded theory. Assim, emergiu um dinamismo entre os aspetos individuais e contextuais destacando-se nestes a intervenção da enfermeira através de atitude preventiva, suporte e cuidado, ajuda para respirar, informação/orientação ,cuidado prospetivoe a presença do marido caractrizada pela familiaridade, falta de empenho na gravidez, não desejar estar presente, falta de informação, insegurança e sentimentos de impotência, como determinantes que contribuem para o controlo/descontrolo, sendo que para algumas enfermeiras a presença do marido é considerada como fator de descontrolo. |
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| Autores principais: | Barros, Maria da Luz |
| Assunto: | dor parto |
| Ano: | 2013 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | palestra |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Évora |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico da Universidade de Évora |
| Resumo: | O objetivo foi compreender os comportamentos na dor do trabalho de aprto, na primeira experiência do nascimento, por parte das parturientes, enfermeiras e maridos que acompanham, nos meses de maio a setembro de 2006.os participantes são onze parturientes com idades compreendidas entre os vinte e os quarenta anos, cinco enfermeiras e dois maridos. Foi feita observação livre e aplicação do questionário da dor de McGill durante o trabalho de parto. Vinte e quatro horas depois foram feitas entrevistas semi-estruturadas sendo igual o procedimento para os maridos. As enfermeiras foram entrevistadas no bloco de partos.As notas de observação e transcrição das entrevistas foram analisadas de acordo com a grounded theory. Assim, emergiu um dinamismo entre os aspetos individuais e contextuais destacando-se nestes a intervenção da enfermeira através de atitude preventiva, suporte e cuidado, ajuda para respirar, informação/orientação ,cuidado prospetivoe a presença do marido caractrizada pela familiaridade, falta de empenho na gravidez, não desejar estar presente, falta de informação, insegurança e sentimentos de impotência, como determinantes que contribuem para o controlo/descontrolo, sendo que para algumas enfermeiras a presença do marido é considerada como fator de descontrolo. |
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