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Formação de educadores de crianças pequenas: diálogos entre Brasil e Portugal

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Resumo:Neste texto, escrito na forma de ensaio-síntese, ressaltamos alguns desafios da formação de educadores de crianças pequenas que atuam (ou venham a atuar) em creches e pré-escolas (0-5 anos) no Brasil (Educação Infantil) e em creches e jardins de infância (0-6 anos) em Portugal (educação de infância). Nesse propósito, cabe contextualizar que as autoras partilham de uma rede dialógica alicerçada em pesquisas e estudos situados nos contextos de formação do Brasil e de Portugal. Nessa interação, partimos do entendimento da formação como um direito dos educadores, em correlação com a defesa de uma concepção de criança como agente de seu processo formativo e da atenção às características das crianças pequenas, que são crianças no presente, não são um vir-a-ser, pois já são sujeitos de direitos (Gomes, 2023, 2021; Charlot et al., 2023). Com isso, a formação tem papel fundamental na qualificação de um campo de atuação. Para dar atenção à formação nos dois países, no primeiro tópico, enfatizamos, do ponto de vista histórico-político, as aproximações e os distanciamentos da formação nessa área. No segundo tópico, sistematizamos alguns desafios que estão presentes no processo de formação de educadores, tanto em Portugal como no Brasil. No terceiro tópico, consideramos, nos desafios presentes, a importância de mobilizar a interlocução com os estudantes em formação.
Autores principais:Gomes, M.
Outros Autores:Folque, M. A.; Côco, V.; Ribeiro, B.
Assunto:Formação docente educação de infância Educação infantil
Ano:2025
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Évora
Idioma:português
Origem:Repositório Científico da Universidade de Évora
Descrição
Resumo:Neste texto, escrito na forma de ensaio-síntese, ressaltamos alguns desafios da formação de educadores de crianças pequenas que atuam (ou venham a atuar) em creches e pré-escolas (0-5 anos) no Brasil (Educação Infantil) e em creches e jardins de infância (0-6 anos) em Portugal (educação de infância). Nesse propósito, cabe contextualizar que as autoras partilham de uma rede dialógica alicerçada em pesquisas e estudos situados nos contextos de formação do Brasil e de Portugal. Nessa interação, partimos do entendimento da formação como um direito dos educadores, em correlação com a defesa de uma concepção de criança como agente de seu processo formativo e da atenção às características das crianças pequenas, que são crianças no presente, não são um vir-a-ser, pois já são sujeitos de direitos (Gomes, 2023, 2021; Charlot et al., 2023). Com isso, a formação tem papel fundamental na qualificação de um campo de atuação. Para dar atenção à formação nos dois países, no primeiro tópico, enfatizamos, do ponto de vista histórico-político, as aproximações e os distanciamentos da formação nessa área. No segundo tópico, sistematizamos alguns desafios que estão presentes no processo de formação de educadores, tanto em Portugal como no Brasil. No terceiro tópico, consideramos, nos desafios presentes, a importância de mobilizar a interlocução com os estudantes em formação.