Publicação
BANCO EBORENSE (1875-1919)
| Resumo: | O Banco Eborense foi criado em Évora, em 1 de janeiro de 1875 sucedendo diretamente à Caixa de Crédito Eborense, instituída apenas dois anos antes, em 13 de julho de 1873. Com a reforma dos seus estatutos, procurava-se transformar aquela instituição num estabelecimento de maior vulto, capaz de promover o desenvolvimento e o progresso da agricultura, do seu comércio e da sua indústria, uma solução que alguns dos seus maiores acionistas consideravam então um empreendimento temerário. As suas operações consistiam em fazer ou negociar empréstimos garantidos, proceder a descontos de letras, abrir créditos em conta corrente, receber depósitos em dinheiro a prazo ou à ordem, negociar letras ou fazer transferências de fundos, emprestar dinheiro sobre penhores, emitir obrigações, adquirir e negociar ações e, finalmente, atuar como caixa económica. No que respeita aos empréstimos, o Banco procedia a empréstimos sob hipoteca ou a empréstimos em conta corrente até determinado montante, também com garantia hipotecária ou caução. Foi esta última modalidade que se revelaria ser a preferida neste meio de negócios. |
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| Autores principais: | Fonseca, Hélder Adegar |
| Outros Autores: | Guimarães, Paulo Eduardo |
| Assunto: | História Empresarial Instituições Bancárias Alentejo Séculos XIX-XX |
| Ano: | 2014 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | capítulo de livro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Évora |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico da Universidade de Évora |
| Resumo: | O Banco Eborense foi criado em Évora, em 1 de janeiro de 1875 sucedendo diretamente à Caixa de Crédito Eborense, instituída apenas dois anos antes, em 13 de julho de 1873. Com a reforma dos seus estatutos, procurava-se transformar aquela instituição num estabelecimento de maior vulto, capaz de promover o desenvolvimento e o progresso da agricultura, do seu comércio e da sua indústria, uma solução que alguns dos seus maiores acionistas consideravam então um empreendimento temerário. As suas operações consistiam em fazer ou negociar empréstimos garantidos, proceder a descontos de letras, abrir créditos em conta corrente, receber depósitos em dinheiro a prazo ou à ordem, negociar letras ou fazer transferências de fundos, emprestar dinheiro sobre penhores, emitir obrigações, adquirir e negociar ações e, finalmente, atuar como caixa económica. No que respeita aos empréstimos, o Banco procedia a empréstimos sob hipoteca ou a empréstimos em conta corrente até determinado montante, também com garantia hipotecária ou caução. Foi esta última modalidade que se revelaria ser a preferida neste meio de negócios. |
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