Publicação
XVIII Congresso Anual da SPE
| Resumo: | Na amostragem por distâncias, uma das componentes que mais contribui para a variância dos estimadores da abundância (N) ou da densidade (D) de animais na região de estudo (A) é a variância da taxa de encontro (n/L). Recentemente foram propostos novos estimadores para a taxa de encontro na amostragem por transectos lineares (TL) tendo em conta a disposição, aleatória ou sistemática (Fwester et al., 2008). O desempenho destes estimadores foi estudado por simulação para populações triangulares homogéneas ou com gradiente de densidade, e foram considerados 2 pós-estratos para os estimadores propostos com TL sistemáticos. Neste trabalho estudam-se as propriedades destes estimadores quando as populações tendem a distribuir-se de forma não homogénea com tendência para formar agrupamentos, e quando os pós-estratos têm mais do que 2 TL. Finalmente ilustramos as diferenças obtidas com os diferentes estimadores em dados recolhidos com um plano de amostragem por TL, para uma população de cabras de montanha Capra pyrenaica, na Serra Nevada, em Espanha. |
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| Autores principais: | Afonso, Anabela |
| Outros Autores: | Alpizar-Jara, Russell |
| Assunto: | transectos lineares taxa de encontro variância amostragem sistemática amostragem aleatória |
| Ano: | 2011 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | palestra |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Évora |
| Idioma: | inglês |
| Origem: | Repositório Científico da Universidade de Évora |
| Resumo: | Na amostragem por distâncias, uma das componentes que mais contribui para a variância dos estimadores da abundância (N) ou da densidade (D) de animais na região de estudo (A) é a variância da taxa de encontro (n/L). Recentemente foram propostos novos estimadores para a taxa de encontro na amostragem por transectos lineares (TL) tendo em conta a disposição, aleatória ou sistemática (Fwester et al., 2008). O desempenho destes estimadores foi estudado por simulação para populações triangulares homogéneas ou com gradiente de densidade, e foram considerados 2 pós-estratos para os estimadores propostos com TL sistemáticos. Neste trabalho estudam-se as propriedades destes estimadores quando as populações tendem a distribuir-se de forma não homogénea com tendência para formar agrupamentos, e quando os pós-estratos têm mais do que 2 TL. Finalmente ilustramos as diferenças obtidas com os diferentes estimadores em dados recolhidos com um plano de amostragem por TL, para uma população de cabras de montanha Capra pyrenaica, na Serra Nevada, em Espanha. |
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