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Repositórios institucionais: constrangimentos no processo de disponibilização de conteúdos científicos

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O objeto deste artigo é o de contribuir para a compreensão do novo cenário da comunicação científica em Portugal no século XXI e o papel dos repositórios institucionais nesse processo, salientando os principais constrangimentos das práticas de depósito a partir do estudo recente que efetuamos sobre os repositórios institucionais das universidades públicas portuguesas. Principiamos pela problematização do conceito de «repositório» considerando as teses de autor e fechando com a nossa formulação. A análise desenvolve-se em torno de um tópico essencial no estudo das atuais práticas dos repositórios institucionais em acesso aberto, a relação estabelecida entre os produtores de ciência e os «armazéns de conhecimento» e os constrangimentos colocados pela atual forma de organização da ciência nas plataformas. Apontam-se os principais constrangimentos ao autoarquivo, à disponibilização e ao acesso à informação científica em Portugal. Por fim, estima-se o grau de adaptação das ciências humanas e sociais ao uso dos repositórios institucionais.
Autores principais:Costa, Joaquim Luis
Outros Autores:Freitas, Judite A. Gonçalves de
Assunto:Comunicação científica Repositório institucional (organização) Acesso livre Ciência da Informação Scholarly communication Institutional repositories (organization) Open Access Information Science
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Fernando Pessoa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional - Universidade Fernando Pessoa
Descrição
Resumo:O objeto deste artigo é o de contribuir para a compreensão do novo cenário da comunicação científica em Portugal no século XXI e o papel dos repositórios institucionais nesse processo, salientando os principais constrangimentos das práticas de depósito a partir do estudo recente que efetuamos sobre os repositórios institucionais das universidades públicas portuguesas. Principiamos pela problematização do conceito de «repositório» considerando as teses de autor e fechando com a nossa formulação. A análise desenvolve-se em torno de um tópico essencial no estudo das atuais práticas dos repositórios institucionais em acesso aberto, a relação estabelecida entre os produtores de ciência e os «armazéns de conhecimento» e os constrangimentos colocados pela atual forma de organização da ciência nas plataformas. Apontam-se os principais constrangimentos ao autoarquivo, à disponibilização e ao acesso à informação científica em Portugal. Por fim, estima-se o grau de adaptação das ciências humanas e sociais ao uso dos repositórios institucionais.