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Influência do alongamento estático no senso de posição articular do tornozelo de jogadores de futebol: estudo randomizado controlado

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Objetivo: Investigar a influência do alongamento estático (AE) no senso de posição articular (SPA) do tornozelo de jogadores de futebol. Metodologia: Este estudo randomizado controlado incluiu 19 jogadores de futebol. Todos os participantes realizaram as 3 condições do estudo (crossover): 2 condições experimentais, de AE dos gastrocnémios e tibial anterior por 30s e 90s, e 1 condição de controlo (repouso). O SPA foi avaliado antes e imediatamente após as 3 condições para a amplitude de 20º de flexão plantar, e por reposicionamento ativo do membro dominante. Resultados: Não se verificaram diferenças significativas entre a avaliação antes e após em nenhuma das condições, nem foram registadas diferenças significativas entre condições nos erros absolutos ou relativos (p>0.05). Apenas os erros variáveis indicaram uma melhoria significativa na consistência entre reposicionamentos nas condições de controlo (p=0.024) e de AE de 30s (p=0.025), embora sem diferenças entre condições (p>0.05). Conclusão: Os resultados sugerem que o AE dos gastrocnémios e tibial anterior, realizado por 30s ou 90s, não parece influenciar o SPA do tornozelo de jogadores de futebol.
Autores principais:Moreira, António Zacarias Graça
Assunto:Alongamento estático Senso de posição articular Proprioceção Tornozelo Futebol Static stretching Joint position sense Proprioception Ankle Soccer
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:trabalho de fim de curso
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Fernando Pessoa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional - Universidade Fernando Pessoa
Descrição
Resumo:Objetivo: Investigar a influência do alongamento estático (AE) no senso de posição articular (SPA) do tornozelo de jogadores de futebol. Metodologia: Este estudo randomizado controlado incluiu 19 jogadores de futebol. Todos os participantes realizaram as 3 condições do estudo (crossover): 2 condições experimentais, de AE dos gastrocnémios e tibial anterior por 30s e 90s, e 1 condição de controlo (repouso). O SPA foi avaliado antes e imediatamente após as 3 condições para a amplitude de 20º de flexão plantar, e por reposicionamento ativo do membro dominante. Resultados: Não se verificaram diferenças significativas entre a avaliação antes e após em nenhuma das condições, nem foram registadas diferenças significativas entre condições nos erros absolutos ou relativos (p>0.05). Apenas os erros variáveis indicaram uma melhoria significativa na consistência entre reposicionamentos nas condições de controlo (p=0.024) e de AE de 30s (p=0.025), embora sem diferenças entre condições (p>0.05). Conclusão: Os resultados sugerem que o AE dos gastrocnémios e tibial anterior, realizado por 30s ou 90s, não parece influenciar o SPA do tornozelo de jogadores de futebol.