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Análise da força e amplitude articular de rotação do ombro e avaliação da performance do remate em atletas de andebol masculino

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Summary:Objetivo: Averiguar possíveis assimetrias em termos de força muscular, rácio, performance e amplitude de movimento entre membro dominante e não dominante em atletas overhead de andebol, assim como analisar a existência de possíveis alterações associadas à presença de testes clínicos positivos do ombro. Metodologia: Foi avaliada a força isométrica, amplitude de movimento e performance de 16 jogadores de andebol de idades compreendidas entre os 15 e os 19 anos (16,19±1,17) do sexo masculino. Foram ainda submetidos a testes clínicos ao ombro. Resultados: Existem diferenças estatisticamente significativas entre a amplitude de rotação interna e externa no membro dominante e diferenças significativas entre a força dos rotadores externos e internos no membro dominante e no não dominante. Foram ainda encontradas diferenças significativas no rácio de força RE:RI, no membro dominante, entre atletas sem e com testes clínicos positivos do ombro. Conclusão: Os participantes da referida amostra apresentam maior amplitude de rotação externa relativamente à interna no ombro dominante, assim como músculos rotadores internos mais fortes no membro dominante e no não dominante. Valor de rácio de força RE:RI no membro dominante maior nos atletas com ausência de testes clínicos positivos, evidenciando um maior equilíbrio de força muscular entre rotadores do ombro.
Main Authors:Barroso, Mafalda
Subject:Andebol Força isométrica Músculos rotadores do ombro Célula de Carga Performance Lesões do ombro Amplitude de movimento Handball Isometric strength Shoulder rotator muscles Load-Cell Performance Shoulder injuries Range of motion
Year:2016
Country:Portugal
Document type:bachelor thesis
Access type:open access
Associated institution:Universidade Fernando Pessoa
Language:Portuguese
Origin:Repositório Institucional - Universidade Fernando Pessoa
Description
Summary:Objetivo: Averiguar possíveis assimetrias em termos de força muscular, rácio, performance e amplitude de movimento entre membro dominante e não dominante em atletas overhead de andebol, assim como analisar a existência de possíveis alterações associadas à presença de testes clínicos positivos do ombro. Metodologia: Foi avaliada a força isométrica, amplitude de movimento e performance de 16 jogadores de andebol de idades compreendidas entre os 15 e os 19 anos (16,19±1,17) do sexo masculino. Foram ainda submetidos a testes clínicos ao ombro. Resultados: Existem diferenças estatisticamente significativas entre a amplitude de rotação interna e externa no membro dominante e diferenças significativas entre a força dos rotadores externos e internos no membro dominante e no não dominante. Foram ainda encontradas diferenças significativas no rácio de força RE:RI, no membro dominante, entre atletas sem e com testes clínicos positivos do ombro. Conclusão: Os participantes da referida amostra apresentam maior amplitude de rotação externa relativamente à interna no ombro dominante, assim como músculos rotadores internos mais fortes no membro dominante e no não dominante. Valor de rácio de força RE:RI no membro dominante maior nos atletas com ausência de testes clínicos positivos, evidenciando um maior equilíbrio de força muscular entre rotadores do ombro.