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Aleitamento natural, artificial e hábitos deletérios-impactos no aparelho estomatognático: revisão narrativa

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O desenvolvimento e crescimento craniofacial são influenciados por fatores ambientais, além dos fatores hereditários. E este projeto tem como objetivo averiguar se de facto há relação direta de causa-efeito dos tipos de aleitamento, bem como dos hábitos deletérios no aparecimento de más oclusões no complexo craniofacial. Perceciona-se a contribuição do aleitamento natural para o desenvolvimento mandibular, proporcionando uma menor prevalência de classes II esqueléticas. A amamentação supre o instinto de sucção existente desde a vida intrauterina, diminuído assim a probabilidade de o bebé recorrer a hábitos deletérios. Já o aleitamento artificial recorrendo à sucção anormal com biberão, proporciona uma fraca estimulação da musculatura orofacial e do crescimento ântero-posterior da mandibula, pela facilidade com o leite sai do biberão. Com o aleitamento artificial há efetivamente um prejuízo do elo afetivo entre mãe e filho, pelo que em geral a instabilidade emocional no bebé é compensada com introdução de hábitos não nutritivos.
Autores principais:Silva, Clara Manuela Azevedo
Assunto:Ortodontia Amamentação Má oclusão Hábitos não nutricionais Biberão Desenvolvimento Orthodontic Breastfeeding Malocclusion Non nutritive sucking habits Bottle-feeding Development
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Fernando Pessoa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional - Universidade Fernando Pessoa
Descrição
Resumo:O desenvolvimento e crescimento craniofacial são influenciados por fatores ambientais, além dos fatores hereditários. E este projeto tem como objetivo averiguar se de facto há relação direta de causa-efeito dos tipos de aleitamento, bem como dos hábitos deletérios no aparecimento de más oclusões no complexo craniofacial. Perceciona-se a contribuição do aleitamento natural para o desenvolvimento mandibular, proporcionando uma menor prevalência de classes II esqueléticas. A amamentação supre o instinto de sucção existente desde a vida intrauterina, diminuído assim a probabilidade de o bebé recorrer a hábitos deletérios. Já o aleitamento artificial recorrendo à sucção anormal com biberão, proporciona uma fraca estimulação da musculatura orofacial e do crescimento ântero-posterior da mandibula, pela facilidade com o leite sai do biberão. Com o aleitamento artificial há efetivamente um prejuízo do elo afetivo entre mãe e filho, pelo que em geral a instabilidade emocional no bebé é compensada com introdução de hábitos não nutritivos.