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Influência de diferentes tempos de alongamento estático na performance do salto em comprimento: estudo randomizado controlado

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Objetivo: avaliar a influência de diferentes tempos de alongamento estático (AE) na performance do salto em comprimento. Metodologia: Foi conduzido um estudo randomizado controlado em crossover, com 20 atletas, sujeitos a 4 condições em ordem aleatória, com pelo menos 1 semana entre elas: 3 condições experimentais, em que realizaram o aquecimento habitual mais AE de 30s, 1 min ou 3 min; e condição de controlo, em que realizaram apenas o aquecimento habitual. A performance do salto em comprimento foi avaliada pela melhor de 3 tentativas, antes e imediatamente após as intervenções ou controlo. Resultados: Verificou-se uma alteração significativa apenas após o AE de 3 min, tendo-se verificado uma melhoria da distância atingida (p=0.012). No entanto, não se verificaram diferenças entre as 4 condições (p=0.154). Conclusão: Os resultados sugerem que AE realizados por 30s, 1 min ou 3 min, não parecem ter efeitos agudos sobre a performance do salto em comprimento, uma vez que apesar de uma melhoria na distância atingida após AE de 3 min, não se verificaram diferenças significativas entre condições, inclusive comparativamente à condição de controlo.
Autores principais:Guerra, Sofia Rêma
Assunto:Alongamento estático Performance Salto em comprimento Static stretching Long jump
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:trabalho de fim de curso
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Fernando Pessoa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional - Universidade Fernando Pessoa
Descrição
Resumo:Objetivo: avaliar a influência de diferentes tempos de alongamento estático (AE) na performance do salto em comprimento. Metodologia: Foi conduzido um estudo randomizado controlado em crossover, com 20 atletas, sujeitos a 4 condições em ordem aleatória, com pelo menos 1 semana entre elas: 3 condições experimentais, em que realizaram o aquecimento habitual mais AE de 30s, 1 min ou 3 min; e condição de controlo, em que realizaram apenas o aquecimento habitual. A performance do salto em comprimento foi avaliada pela melhor de 3 tentativas, antes e imediatamente após as intervenções ou controlo. Resultados: Verificou-se uma alteração significativa apenas após o AE de 3 min, tendo-se verificado uma melhoria da distância atingida (p=0.012). No entanto, não se verificaram diferenças entre as 4 condições (p=0.154). Conclusão: Os resultados sugerem que AE realizados por 30s, 1 min ou 3 min, não parecem ter efeitos agudos sobre a performance do salto em comprimento, uma vez que apesar de uma melhoria na distância atingida após AE de 3 min, não se verificaram diferenças significativas entre condições, inclusive comparativamente à condição de controlo.