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Efeitos imediatos da libertação miofascial no quadríceps ou isquiotibiais na amplitude de movimento ativa de flexão e extensão da cervical

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Objetivo: Verificar os efeitos imediatos da libertação miofascial (LMF) no quadríceps ou isquiotibiais na amplitude de movimento ativa de flexão e extensão cervical. Metodologia: Após preencher o questionário, 60 estudantes universitários saudáveis foram divididos aleatoriamente em três grupos designados de Grupo de Intervenção 1 (GI 1) (n=20), 2 (GI 2) (n=20) e Grupo Controlo (GC) (n=20). Numa primeira avaliação (M0) realizou-se, com goniómetro, a medição das amplitudes de flexão e extensão cervical. A técnica de LMF aplicou-se no isquiotibiais (GI 1) ou quadríceps (GI 2) do membro inferior dominante durante 4 minutos (3 series de 1 minuto com 30s de repouso). Enquanto o GC não foi submetido a qualquer intervenção. Imediatamente após a intervenção/controlo, os dois grupos foram avaliados de novo (M1). Resultados: Observou-se que existem diferenças significativas entre os GI 1 (22.5; 2 anos) e GI 2 (23; 1 anos) quando comparados com o GC (23 ; 3 anos) relativamente à amplitude de flexão e extensão cervical (p< 0.05). No entanto, a comparação entre o GI 1 e GI 2 não se houve diferença (p> 0.05). Conclusão: O estudo demonstrou que a LMF aplicada no quadríceps e isquiotibiais parece alterar a ADM de flexão e extensão cervical, em participantes saudáveis.
Autores principais:Lopes, Doryne
Assunto:Libertação miofascial Rolo de espuma Flexibilidade Myofascial release Foam roller Flexibility
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:trabalho de fim de curso
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Fernando Pessoa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional - Universidade Fernando Pessoa
Descrição
Resumo:Objetivo: Verificar os efeitos imediatos da libertação miofascial (LMF) no quadríceps ou isquiotibiais na amplitude de movimento ativa de flexão e extensão cervical. Metodologia: Após preencher o questionário, 60 estudantes universitários saudáveis foram divididos aleatoriamente em três grupos designados de Grupo de Intervenção 1 (GI 1) (n=20), 2 (GI 2) (n=20) e Grupo Controlo (GC) (n=20). Numa primeira avaliação (M0) realizou-se, com goniómetro, a medição das amplitudes de flexão e extensão cervical. A técnica de LMF aplicou-se no isquiotibiais (GI 1) ou quadríceps (GI 2) do membro inferior dominante durante 4 minutos (3 series de 1 minuto com 30s de repouso). Enquanto o GC não foi submetido a qualquer intervenção. Imediatamente após a intervenção/controlo, os dois grupos foram avaliados de novo (M1). Resultados: Observou-se que existem diferenças significativas entre os GI 1 (22.5; 2 anos) e GI 2 (23; 1 anos) quando comparados com o GC (23 ; 3 anos) relativamente à amplitude de flexão e extensão cervical (p< 0.05). No entanto, a comparação entre o GI 1 e GI 2 não se houve diferença (p> 0.05). Conclusão: O estudo demonstrou que a LMF aplicada no quadríceps e isquiotibiais parece alterar a ADM de flexão e extensão cervical, em participantes saudáveis.