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Adenoma pleomórfico da parótida: efeitos laterais da abordagem terapêutica

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O Adenoma Pleomórfico da Parótida é o tumor mais comum das Glândulas Salivares (60-80%). Apresenta maior incidência na Glândula Parótida (80-85%). Realizou-se uma revisão bibliográfica sobre o adenoma pleomórfico da parótida e os efeitos laterais na sua abordagem terapêutica, principalmente cirúrgica. Fez-se uma pesquisa bibliográfica entre 2003-2017. A exposição a radiação apresenta-se como o fator de risco ambiental principal. Fatores genéticos têm sido explorados. O ultrassom e a biópsia aspirativa com punção fina são os exames complementares de diagnóstico de primeira escolha, mas se houver acometimento do lobo profundo, realiza-se ressonância magnética juntamente com a biópsia. A abordagem terapêutica é preferencialmente cirúrgica -a parotidectomia. Esta cirurgia possibilita complicações pós-operatórias como disfunção do nervo facial (9.3% -64.6%) e o síndrome de Frey (35-60%). Considera-se o diagnóstico precoce de extrema importância pois existe risco de transformação maligna (20%). O Médico Dentista está numa posição privilegiada para atuar no diagnóstico e promover um encaminhamento atempado e adequado.
Autores principais:Rocha, Ana Isabel Sousa Da
Assunto:Adenoma pleomórfico da parótida Efeitos laterais Patologia oral Nervo facial Parotidectomia Pleomorphic adenoma of parotid Side effects Oral pathology Facial nerve Parotidectomy
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Fernando Pessoa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional - Universidade Fernando Pessoa
Descrição
Resumo:O Adenoma Pleomórfico da Parótida é o tumor mais comum das Glândulas Salivares (60-80%). Apresenta maior incidência na Glândula Parótida (80-85%). Realizou-se uma revisão bibliográfica sobre o adenoma pleomórfico da parótida e os efeitos laterais na sua abordagem terapêutica, principalmente cirúrgica. Fez-se uma pesquisa bibliográfica entre 2003-2017. A exposição a radiação apresenta-se como o fator de risco ambiental principal. Fatores genéticos têm sido explorados. O ultrassom e a biópsia aspirativa com punção fina são os exames complementares de diagnóstico de primeira escolha, mas se houver acometimento do lobo profundo, realiza-se ressonância magnética juntamente com a biópsia. A abordagem terapêutica é preferencialmente cirúrgica -a parotidectomia. Esta cirurgia possibilita complicações pós-operatórias como disfunção do nervo facial (9.3% -64.6%) e o síndrome de Frey (35-60%). Considera-se o diagnóstico precoce de extrema importância pois existe risco de transformação maligna (20%). O Médico Dentista está numa posição privilegiada para atuar no diagnóstico e promover um encaminhamento atempado e adequado.