Publicação
Criatividade nas Artes Plásticas no 2º ciclo do Ensino Básico como contributo para a inclusão de alunos com perturbações do espectro do autismo: estudo de caso em Lisboa
| Resumo: | Ao longo deste trabalho, procurou-se averiguar se a criatividade, aplicada às Artes Plásticas, pode ser um contributo no ensino de alunos com perturbações do espectro do autismo, com vista à sua inclusão. Tendo em conta que, nos dias de hoje, se defende o conceito de Escola para Todos, acredita-se que este trabalho será relevante, pois ajudará a encontrar novos caminhos e/ou possibilidades que poderão ajudar a ir ao encontro do grande objetivo do ensino dos nossos dias, ou seja, de um ensino verdadeiramente inclusivo. Este estudo de caso tem como objetivo analisar e descrever o impacto de atividades de expressão plástica na inclusão dos alunos com necessidades educativas especiais – síndrome do espectro do autismo, em contexto escolar. As áreas em estudo são a socialização, a criatividade e a inclusão. Os métodos usados são qualitativos, a recolha de informação baseia-se na entrevista semiestruturada (aos professores envolvidos no processo de ensino aprendizagem do aluno em estudo, aluno com necessidades educativas especiais – síndrome do espectro do autismo - e pais) e na observação direta/participante, em contexto Sala de Aula e em contexto Unidade de Ensino Estruturado), como meios privilegiados da investigação, para uma melhor análise das experiências em estudo. Concluiu-se que é de estrema relevância apostar na criatividade no âmbito das artes plásticas como recurso a estratégias / metodologias inovadoras e criativas, que tornem os conteúdos mais interessantes e apelativos, facilitando as aprendizagens, favorecendo um desenvolvimento da sociabilização, promovendo a inclusão “(…) ajudando assim a existência de uma maior igualdade de oportunidades para os alunos com dificuldades de aprendizagem e outras necessidades educativas especiais nas escolas regulares” (Rouse e Florian, 1996 citado por Tilstone, 2003 p. 95). |
|---|---|
| Autores principais: | Gaspar, Marta Gonçalves |
| Assunto: | Artes Plásticas Criatividade Autismo Inclusão Arts Creativity Autism Inclusion |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Fernando Pessoa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional - Universidade Fernando Pessoa |
| Resumo: | Ao longo deste trabalho, procurou-se averiguar se a criatividade, aplicada às Artes Plásticas, pode ser um contributo no ensino de alunos com perturbações do espectro do autismo, com vista à sua inclusão. Tendo em conta que, nos dias de hoje, se defende o conceito de Escola para Todos, acredita-se que este trabalho será relevante, pois ajudará a encontrar novos caminhos e/ou possibilidades que poderão ajudar a ir ao encontro do grande objetivo do ensino dos nossos dias, ou seja, de um ensino verdadeiramente inclusivo. Este estudo de caso tem como objetivo analisar e descrever o impacto de atividades de expressão plástica na inclusão dos alunos com necessidades educativas especiais – síndrome do espectro do autismo, em contexto escolar. As áreas em estudo são a socialização, a criatividade e a inclusão. Os métodos usados são qualitativos, a recolha de informação baseia-se na entrevista semiestruturada (aos professores envolvidos no processo de ensino aprendizagem do aluno em estudo, aluno com necessidades educativas especiais – síndrome do espectro do autismo - e pais) e na observação direta/participante, em contexto Sala de Aula e em contexto Unidade de Ensino Estruturado), como meios privilegiados da investigação, para uma melhor análise das experiências em estudo. Concluiu-se que é de estrema relevância apostar na criatividade no âmbito das artes plásticas como recurso a estratégias / metodologias inovadoras e criativas, que tornem os conteúdos mais interessantes e apelativos, facilitando as aprendizagens, favorecendo um desenvolvimento da sociabilização, promovendo a inclusão “(…) ajudando assim a existência de uma maior igualdade de oportunidades para os alunos com dificuldades de aprendizagem e outras necessidades educativas especiais nas escolas regulares” (Rouse e Florian, 1996 citado por Tilstone, 2003 p. 95). |
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