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The new ecological-architectural imperative

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Resumo:No actual contexto do século XXI, amplamente integrado numa ‘Era Ecológica’ e alegadamente em plena ‘Época do Antropo-ceno’, cresce o consenso geral em torno da especificidade do momento de mudança que atravessamos e da necessidade de proceder a readaptações e desenvolver acções mais coadunáveis com uma nova realidade sócio-ecológica. Torna-se cada vez mais evidente que o fenómeno global das alterações climáticas e o corrente processo de urbanização planetária estão profundamente relacionados com o agravamento de cumulativos problemas ambientais, económicos e sociais que se conjugam numa profunda ‘crise ecosistémica’, no epicentro da qual surgem as cidades e, inevitavelmente, a Arquitectura. Hoje confrontada com profundos ‘desafios ecológicos’ – que afectam a sua própria ‘orgânica’ interna –, a Arquitectura procura libertar-se de preconceitos e readaptar-se a novas realidades, através de uma ‘metamorfose’ disciplinar que lhe permita evoluir novos modos de interpretação e acção – ‘ecologização’. Nesse sentido, enunciamos aqui a génese e os fundamentos de/para um novo imperativo ecológico-arquitectónico.
Autores principais:Cunha, Hugo Rodrigues Ferreira da Silva
Outros Autores:Faria, Luis Pinto de
Assunto:Antropoceno Crise Desafio Imperativo Ecologização Anthropocene Crisis Challenge Imperative Ecologize
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Fernando Pessoa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional - Universidade Fernando Pessoa
Descrição
Resumo:No actual contexto do século XXI, amplamente integrado numa ‘Era Ecológica’ e alegadamente em plena ‘Época do Antropo-ceno’, cresce o consenso geral em torno da especificidade do momento de mudança que atravessamos e da necessidade de proceder a readaptações e desenvolver acções mais coadunáveis com uma nova realidade sócio-ecológica. Torna-se cada vez mais evidente que o fenómeno global das alterações climáticas e o corrente processo de urbanização planetária estão profundamente relacionados com o agravamento de cumulativos problemas ambientais, económicos e sociais que se conjugam numa profunda ‘crise ecosistémica’, no epicentro da qual surgem as cidades e, inevitavelmente, a Arquitectura. Hoje confrontada com profundos ‘desafios ecológicos’ – que afectam a sua própria ‘orgânica’ interna –, a Arquitectura procura libertar-se de preconceitos e readaptar-se a novas realidades, através de uma ‘metamorfose’ disciplinar que lhe permita evoluir novos modos de interpretação e acção – ‘ecologização’. Nesse sentido, enunciamos aqui a génese e os fundamentos de/para um novo imperativo ecológico-arquitectónico.