Publicação
Percepção dos professores do ensino fundamental sobre as práticas pedagógicas docentes na inclusão de alunos com transtorno do espectro autista
| Resumo: | O presente estudo apresenta como temática o transtorno do espectro autismo, e como objetivo geral busca compreender a percepção dos Professores sobre as Práticas Pedagógicas, bem como as dificuldades que estes enfrentam para a inclusão de alunos com espectro autismo no ensino regular. O estudo que se considerou descritivo de cariz quantitativo, foi efetuado em duas escolas da rede pública do município de Mazagão/AP. O Transtorno do Espectro Autista está relacionado com a dificuldade de relacionamento a vários níveis, entre os quais a dificuldade de comunicação, afetividade, comportamento social, que perpassa por todos os níveis da escolarização. Participaram 20 docentes, sendo 14 do ensino regular e 6 de educação especial. Foram inquiridos através de um questionário com 49 (quarenta e nove) perguntas fechadas. Conclui-se que as práticas pedagógicas docentes na inclusão de alunos com TEA precisam ser diversificadas, ou seja, os professores (ensino regular e ensino especial) devem atuar de acordo com as necessidades educativas desses alunos, conforme a sua classificação: Nível 1 ou leve; ajuda substancial: Nível 2 ou moderado e ajuda muito substancial ou total: Nível 3 ou severo. Sendo assim, é pertinente ressaltar que estes profissionais precisam ter conhecimentos específicos sobre o Transtorno em estudo. É notório que existem muitos desafios enfrentados pelos professores diante do processo de ensino e aprendizagem dos alunos com TEA na rede regular de ensino, podendo destacar: a falta de um planejamento integrado entre professores do ensino regular e professores do ensino especial; a falta de investimentos na formação continuada de professores, sobretudo, os que atuam no ensino regular; a falta do desenvolvimento de projetos inclusivos na educação regular; a ausência dos pais e/ou responsáveis na aprendizagem dos alunos, dentre outros. |
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| Autores principais: | Belo, Dionete Braga de Araújo |
| Assunto: | Inclusão escolar Transtorno do espectro autista Práticas docentes School inclusion Autism spectrum disorder Teaching practices |
| Ano: | 2022 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Fernando Pessoa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional - Universidade Fernando Pessoa |
| Resumo: | O presente estudo apresenta como temática o transtorno do espectro autismo, e como objetivo geral busca compreender a percepção dos Professores sobre as Práticas Pedagógicas, bem como as dificuldades que estes enfrentam para a inclusão de alunos com espectro autismo no ensino regular. O estudo que se considerou descritivo de cariz quantitativo, foi efetuado em duas escolas da rede pública do município de Mazagão/AP. O Transtorno do Espectro Autista está relacionado com a dificuldade de relacionamento a vários níveis, entre os quais a dificuldade de comunicação, afetividade, comportamento social, que perpassa por todos os níveis da escolarização. Participaram 20 docentes, sendo 14 do ensino regular e 6 de educação especial. Foram inquiridos através de um questionário com 49 (quarenta e nove) perguntas fechadas. Conclui-se que as práticas pedagógicas docentes na inclusão de alunos com TEA precisam ser diversificadas, ou seja, os professores (ensino regular e ensino especial) devem atuar de acordo com as necessidades educativas desses alunos, conforme a sua classificação: Nível 1 ou leve; ajuda substancial: Nível 2 ou moderado e ajuda muito substancial ou total: Nível 3 ou severo. Sendo assim, é pertinente ressaltar que estes profissionais precisam ter conhecimentos específicos sobre o Transtorno em estudo. É notório que existem muitos desafios enfrentados pelos professores diante do processo de ensino e aprendizagem dos alunos com TEA na rede regular de ensino, podendo destacar: a falta de um planejamento integrado entre professores do ensino regular e professores do ensino especial; a falta de investimentos na formação continuada de professores, sobretudo, os que atuam no ensino regular; a falta do desenvolvimento de projetos inclusivos na educação regular; a ausência dos pais e/ou responsáveis na aprendizagem dos alunos, dentre outros. |
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