Publicação
Estremoz 7 ou a Anta de Nossa Senhora da Conceição dos Olivais (Estremoz, Évora)
| Resumo: | A anta de Estremoz 7 ou Nossa Senhora da Conceição dos Olivais (NSCO) foi escavada em 1934 sob as ordens de Manuel Heleno. Implantada sobre uma pequena elevação incluída numa paisagem aberta, corresponderia a um monumento de dimensões ainda consideráveis, no qual se recolheu um conjunto relativamente significativo de espólio arqueológico. Em termos geográficos, a sua localização singular afasta‑a dos grandes núcleos conhecidos nesta área regional; contudo, os dados recolhidos neste sepulcro permitem avançar algumas observações pertinentes, nomeadamente sobre a «evolução» cultural ou tecnológica entre geométricos e pontas de seta, a circulação de matérias‑primas siliciosas a longa distância e o reúso de monumentos megalíticos em finais do 3.º milénio a.n.e. Este monumento assume‑se assim como componente válido para a compreensão das comunidades megalíticas da área centro e alto‑alentejana, durante o Neolítico final e o Calcolítico. |
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| Autores principais: | Boaventura, Rui |
| Outros Autores: | Mataloto, Rui; Andrade, Marco António; Nukushina, Diana |
| Assunto: | Megalitismo Alentejo Neolítico final - Calcolítico Sepulcros-reocupação Campaniforme Megalithism Neolithic‑Chalcolithic Monuments‑reuse Bell Beaker |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A anta de Estremoz 7 ou Nossa Senhora da Conceição dos Olivais (NSCO) foi escavada em 1934 sob as ordens de Manuel Heleno. Implantada sobre uma pequena elevação incluída numa paisagem aberta, corresponderia a um monumento de dimensões ainda consideráveis, no qual se recolheu um conjunto relativamente significativo de espólio arqueológico. Em termos geográficos, a sua localização singular afasta‑a dos grandes núcleos conhecidos nesta área regional; contudo, os dados recolhidos neste sepulcro permitem avançar algumas observações pertinentes, nomeadamente sobre a «evolução» cultural ou tecnológica entre geométricos e pontas de seta, a circulação de matérias‑primas siliciosas a longa distância e o reúso de monumentos megalíticos em finais do 3.º milénio a.n.e. Este monumento assume‑se assim como componente válido para a compreensão das comunidades megalíticas da área centro e alto‑alentejana, durante o Neolítico final e o Calcolítico. |
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