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Crenças de carreira e crenças de auto-eficácia na transição do ensino superior para o trabalho

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Resumo:O presente estudo exploratório pretende caracterizar as crenças de carreira e as crenças de auto-eficácia dos estudantes universitários finalistas e a relação entre ambos os constructos, fundamentados pela Teoria da Aprendizagem de Krumboltz (1996) e pela Teoria do Desenvolvimento da Carreira (Lent, Hackett & Brown, 1994). À amostra, constituída por 170 jovens adultos de diferentes Faculdades da região de Lisboa, foi aplicado o Inventário de Crenças de Carreira (ICC; versão adaptada por Rafael, 2001) e a Escala de Auto-eficácia na Transição para o Trabalho (AETT; Vieira & Coimbra, 2005). Os resultados indicam que as variáveis representam diferentes dimensões psicológicas e apresentam, em geral, associações positivas baixas entre si. Sugere-se que estes estudantes percepcionam com alguma confiança esta etapa da carreira e que, de acordo com a literatura, algumas das suas crenças parecem corresponder a factores facilitadores para uma transição mais adaptativa; outras aparentam estar desajustadas face às exigências do mercado de trabalho. Este padrão foi semelhante para ambos os géneros. Os dados obtidos evidenciam a importância em explorar as crenças de carreira e em promover as crenças de auto-eficácia na transição do ensino superior para o trabalho.
Autores principais:Costa, Fátima Raquel Sá da
Assunto:Auto-eficácia Crenças de carreira Transição escola/trabalho Teses de mestrado - 2011
Ano:2011
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O presente estudo exploratório pretende caracterizar as crenças de carreira e as crenças de auto-eficácia dos estudantes universitários finalistas e a relação entre ambos os constructos, fundamentados pela Teoria da Aprendizagem de Krumboltz (1996) e pela Teoria do Desenvolvimento da Carreira (Lent, Hackett & Brown, 1994). À amostra, constituída por 170 jovens adultos de diferentes Faculdades da região de Lisboa, foi aplicado o Inventário de Crenças de Carreira (ICC; versão adaptada por Rafael, 2001) e a Escala de Auto-eficácia na Transição para o Trabalho (AETT; Vieira & Coimbra, 2005). Os resultados indicam que as variáveis representam diferentes dimensões psicológicas e apresentam, em geral, associações positivas baixas entre si. Sugere-se que estes estudantes percepcionam com alguma confiança esta etapa da carreira e que, de acordo com a literatura, algumas das suas crenças parecem corresponder a factores facilitadores para uma transição mais adaptativa; outras aparentam estar desajustadas face às exigências do mercado de trabalho. Este padrão foi semelhante para ambos os géneros. Os dados obtidos evidenciam a importância em explorar as crenças de carreira e em promover as crenças de auto-eficácia na transição do ensino superior para o trabalho.