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Dependência do exercício físico, perturbações no âmbito da saúde mental : ansiedade

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este estudo tem, como principal objetivo, estudar a associação da dependência do exercício físico a perturbações no âmbito da saúde mental, mais especificamente a ansiedade, devido a traços patológicos. O estudo pretende inserir a temática na área da Reabilitação Psicomotora com terapias de intervenção psicomotora, a Relaxação e o Pilates. Este estudo envolve a participação de 50 instrutores de fitness, 32 de género masculino e 18 do género feminino. Ambos os grupos são de nacionalidade portuguesa e idades compreendidas entre os 20 e os 45 anos. Os comportamentos de exercício, as características da personalidade e variáveis psicológicas, são fatores importantes neste estudo de forma a elaborar estratégias de prevenção adequadas e otimizar as opções de tratamento existentes. O estudo indicou-nos uma relação entre a Dependência do Exercício com a ansiedade, o género e as modalidades praticadas, no entanto, de acordo com a literatura, não apresentou resultados na relação com a classe etária. Na relação da Dependência Física com a ansiedade, verificou-se que os indivíduos mais ansiosos são aqueles que não conseguem parar de fazer exercício, no entanto, não aumentam a intensidade de treino. O grupo que aumenta a intensidade de treino é o grupo que se encontra relação com as modalidades - musculação. Como instrumento foi utilizado “Exercise Dependence Scale (EDS)”, HAUSENBLAS, Heather A.; DOWNS, Danielle Symons (2002) ”, traduzida por Vanda Ferreira. Esta escala foi a mais recente e indicada para avaliar o nível de Dependência Física, graças às propriedades psicométricas e aos pressupostos teóricos em que assentam. Ainda assim, há várias críticas que lhes são dirigidas (Mónok, et al., 2012).
Autores principais:Ferreira, Vanda Marina Mota
Assunto:Reabilitação psicomotora Dependência do exercício físico Exercício físico Bem-estar físico e psicológico Ansiedade no âmbito da saúde mental Instrutores de fitness Idade Género Relaxação Pilates Psychomotor rehabilitation Dependence of physical exercise Physical exercise Physical and psychological well being Mental health anxiety Fitness instructors Age Gender Relaxation Pilates
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Este estudo tem, como principal objetivo, estudar a associação da dependência do exercício físico a perturbações no âmbito da saúde mental, mais especificamente a ansiedade, devido a traços patológicos. O estudo pretende inserir a temática na área da Reabilitação Psicomotora com terapias de intervenção psicomotora, a Relaxação e o Pilates. Este estudo envolve a participação de 50 instrutores de fitness, 32 de género masculino e 18 do género feminino. Ambos os grupos são de nacionalidade portuguesa e idades compreendidas entre os 20 e os 45 anos. Os comportamentos de exercício, as características da personalidade e variáveis psicológicas, são fatores importantes neste estudo de forma a elaborar estratégias de prevenção adequadas e otimizar as opções de tratamento existentes. O estudo indicou-nos uma relação entre a Dependência do Exercício com a ansiedade, o género e as modalidades praticadas, no entanto, de acordo com a literatura, não apresentou resultados na relação com a classe etária. Na relação da Dependência Física com a ansiedade, verificou-se que os indivíduos mais ansiosos são aqueles que não conseguem parar de fazer exercício, no entanto, não aumentam a intensidade de treino. O grupo que aumenta a intensidade de treino é o grupo que se encontra relação com as modalidades - musculação. Como instrumento foi utilizado “Exercise Dependence Scale (EDS)”, HAUSENBLAS, Heather A.; DOWNS, Danielle Symons (2002) ”, traduzida por Vanda Ferreira. Esta escala foi a mais recente e indicada para avaliar o nível de Dependência Física, graças às propriedades psicométricas e aos pressupostos teóricos em que assentam. Ainda assim, há várias críticas que lhes são dirigidas (Mónok, et al., 2012).