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DPOC e cancro do pulmão : papel da reabilitação respiratória e do programa de follow-up

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Introdução: A DPOC é uma patologia com elevada morbimortalidade. A reabilitação respiratória tem bons resultados na terapêutica desta doença. Contudo, após esta reabilitação há um declínio dos resultados alcançados, sendo os programas de follow-up importantes para evitar essa tendência. Caso clínico: Homem, 77 anos, com DPOC e status pós-lobectomia superior direita, integrado num PRR pós-operatório, seguido de um PRR dirigido à DPOC e de um programa de follow-up. A monitorização destes programas incluiu: estudo funcional respiratório, estudo da capacidade funcional de exercício (prova de marcha de 6 minutos) e da capacidade de endurance em passadeira e no teste de marcha de shuttle. Resultados: Verificaram-se benefícios na capacidade funcional de exercício (60 metros) e na capacidade de endurance (3 minutos) com o PRR. Após o programa de follow-up, a capacidade de exercício diminuiu de forma não significativa, existindo uma melhoria de 29 metros no primeiro ano após o início deste programa. Já na capacidade de endurance, registou-se um aumento de 1 minuto, no follow-up. No estudo funcional respiratório não se verificaram alterações significativas. Conclusão: Um PRR seguido de um programa de follow-up possibilita que a capacidade de exercício e a resistência à fadiga perdurem, apesar da função pulmonar não se alterar.
Autores principais:Cosme, Inês Margarida Moreno
Assunto:Doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) Neoplasias pulmonares Pulmão Pneumologia
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Introdução: A DPOC é uma patologia com elevada morbimortalidade. A reabilitação respiratória tem bons resultados na terapêutica desta doença. Contudo, após esta reabilitação há um declínio dos resultados alcançados, sendo os programas de follow-up importantes para evitar essa tendência. Caso clínico: Homem, 77 anos, com DPOC e status pós-lobectomia superior direita, integrado num PRR pós-operatório, seguido de um PRR dirigido à DPOC e de um programa de follow-up. A monitorização destes programas incluiu: estudo funcional respiratório, estudo da capacidade funcional de exercício (prova de marcha de 6 minutos) e da capacidade de endurance em passadeira e no teste de marcha de shuttle. Resultados: Verificaram-se benefícios na capacidade funcional de exercício (60 metros) e na capacidade de endurance (3 minutos) com o PRR. Após o programa de follow-up, a capacidade de exercício diminuiu de forma não significativa, existindo uma melhoria de 29 metros no primeiro ano após o início deste programa. Já na capacidade de endurance, registou-se um aumento de 1 minuto, no follow-up. No estudo funcional respiratório não se verificaram alterações significativas. Conclusão: Um PRR seguido de um programa de follow-up possibilita que a capacidade de exercício e a resistência à fadiga perdurem, apesar da função pulmonar não se alterar.