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A inversão de um processo no Vale de Alcântara

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Neste trabalho propõe-se a conceção de uma nova imagem para o vale de Alcântara, integrada num Master Plan que visa a (re)naturalização do próprio vale. A problemática da hiper-infraestruturação do lugar torna-se o ponto de partida tendo como charneira o retorno da Ribeira de Alcântara á superfície e a sua reintrodução como elemento estruturante do território. Esta nova imagem do vale será estabelecida através da restruturação do sistema viário, onde é possível libertar uma área considerável de espaço, aliada a um programa maioritariamente habitacional, distribuído por vários bairros que se desenvolvem ao longo das encostas do Vale. A investigação recai assim, principalmente, sobre a temática do habitar em comunidade num contexto social atual, transformado pela era digital, e nas consequências que este novo modo de habitar, socializar e trabalhar terão no desenho das habitações e do bairro. O bairro do sec. XXI integra múltiplos espaços – equipamentos e habitações, logradouros permeáveis, espaços comerciais e de trabalho – com o intuito de criar um ambiente urbano denso, no entanto, priorizando o peão e o percurso pedonal como principal meio de deslocação.
Autores principais:Obada, Virgiliu
Assunto:Vale de Alcântara Habitação (re)naturalização Bairro pedonal
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Neste trabalho propõe-se a conceção de uma nova imagem para o vale de Alcântara, integrada num Master Plan que visa a (re)naturalização do próprio vale. A problemática da hiper-infraestruturação do lugar torna-se o ponto de partida tendo como charneira o retorno da Ribeira de Alcântara á superfície e a sua reintrodução como elemento estruturante do território. Esta nova imagem do vale será estabelecida através da restruturação do sistema viário, onde é possível libertar uma área considerável de espaço, aliada a um programa maioritariamente habitacional, distribuído por vários bairros que se desenvolvem ao longo das encostas do Vale. A investigação recai assim, principalmente, sobre a temática do habitar em comunidade num contexto social atual, transformado pela era digital, e nas consequências que este novo modo de habitar, socializar e trabalhar terão no desenho das habitações e do bairro. O bairro do sec. XXI integra múltiplos espaços – equipamentos e habitações, logradouros permeáveis, espaços comerciais e de trabalho – com o intuito de criar um ambiente urbano denso, no entanto, priorizando o peão e o percurso pedonal como principal meio de deslocação.