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O auto da criação do mundo ou princípio do mundo / ramo : no ciclo da natividade em Trás-os-Montes

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A presente dissertação pretende estudar qual a importância da representação popular do Auto da Criação do Mundo ou Principio do Mundo ou Ramo na tradição regional do Ciclo da Natividade em Trás-os-Montes, quais os limites morais que lhe foram impostas pelas autoridades eclesiásticas, e se tais proibições tiveram influência na permanência e na modificação dos hábitos e tradições lúdicas das gentes transmontanas. Propõe-se também estudar a dimensão do corpus, cuja tradição recuperada da oralidade serviu durante muito tempo como suporte para veicular a mensagem cristã. A partir da recolha e apresentação de diferentes versões do Auto da Criação do Mundo ou Princípio do Mundo/ Ramo, oriundas de diversas aldeias nos concelhos de Mogadouro, Vinhais, Valpaços, Mirandela e Chaves, nos distritos de Bragança e Vila Real, procedeu-se ao seu estudo e edição crítica, para elaborar uma presumível reconstituição da obra dramática do Ciclo da Natividade e o reconhecimento da obra cénica – gestos, marcações, dispositivo cénico, adereços, guarda-roupa, prosódia, elocução -, que terá sido representada nas aldeias de Urrós, Santo António de Monforte, Tronco, Cimo de Vila da Castanheira, Vilartão, Lebução, Nozelos, Sonim, Vale das Fontes, Nuzedo de Baixo, Rebordelo e São Pedro Velho.
Autores principais:Casimiro, David Luís
Assunto:Jesus Cristo - Natividade - Peças de teatro Teatro popular - Trás-os-Montes e Alto Douro (Portugal) - História e crítica Teatro religioso português - História e crítica Teses de doutoramento - 2014
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:tese de doutoramento
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A presente dissertação pretende estudar qual a importância da representação popular do Auto da Criação do Mundo ou Principio do Mundo ou Ramo na tradição regional do Ciclo da Natividade em Trás-os-Montes, quais os limites morais que lhe foram impostas pelas autoridades eclesiásticas, e se tais proibições tiveram influência na permanência e na modificação dos hábitos e tradições lúdicas das gentes transmontanas. Propõe-se também estudar a dimensão do corpus, cuja tradição recuperada da oralidade serviu durante muito tempo como suporte para veicular a mensagem cristã. A partir da recolha e apresentação de diferentes versões do Auto da Criação do Mundo ou Princípio do Mundo/ Ramo, oriundas de diversas aldeias nos concelhos de Mogadouro, Vinhais, Valpaços, Mirandela e Chaves, nos distritos de Bragança e Vila Real, procedeu-se ao seu estudo e edição crítica, para elaborar uma presumível reconstituição da obra dramática do Ciclo da Natividade e o reconhecimento da obra cénica – gestos, marcações, dispositivo cénico, adereços, guarda-roupa, prosódia, elocução -, que terá sido representada nas aldeias de Urrós, Santo António de Monforte, Tronco, Cimo de Vila da Castanheira, Vilartão, Lebução, Nozelos, Sonim, Vale das Fontes, Nuzedo de Baixo, Rebordelo e São Pedro Velho.