Publicação
Estratégias de design na construção de narrativas expositivas. O efémero como estratégia. Feira do livro de Lisboa
| Resumo: | O efémero como estratégia, decorre da necessidade de dar resposta adequada a um problema específico: um 'abrigo' respondendo a diversos contextos da adversidade - catátrofes, deslocações humanas, acontecimentos lúdicos, festivos ou tematizados, eventos sociais e feiras. Os desafios colocados implicam aumentar a rapidez de execução, a facilidade de transporte e a capacidade de adaptação a soluções temporárias de natureza religiosa ou apoio ao poder político, de âmbito social, cultural ou comercial. Eventos sociais, exposições - as 'expos' - , eventos urbanos, concertos e festivais musicais, feiras de artesanato, desfiles de moda e as feiras, - como a Feira do Livro -, utilizam estruturas efémeras para uma função específica durante um tempo restrito. O seu design potencia a capacidade de tirarem partido do universo da contingência: utilizando diferentes materiais em função dos objectivos ou pela introdução de elementos inovadores, contribuem para a conceptualização e exploração dum imaginário específico. Os desenvolvimentos tecnológicos constituem hoje um domínio experimental com enorme potencial no âmbito das construções efémeras. Os modelos são melhorados, utilizam-se novos materiais e estruturas, num processo sobre o qual o design actua. Redefinem-se modelos conceptuais e metodologias de abordagem a um problema, e operacionalizam-se processos criativos que permitam colocar produtos competitivos no mercado. |
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| Autores principais: | Abreu, Fábio Duarte Teles |
| Assunto: | Design Éfemero Módulo Estratégia Imaginário Ephemeral Strategy Imaginary |
| Ano: | 2010 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O efémero como estratégia, decorre da necessidade de dar resposta adequada a um problema específico: um 'abrigo' respondendo a diversos contextos da adversidade - catátrofes, deslocações humanas, acontecimentos lúdicos, festivos ou tematizados, eventos sociais e feiras. Os desafios colocados implicam aumentar a rapidez de execução, a facilidade de transporte e a capacidade de adaptação a soluções temporárias de natureza religiosa ou apoio ao poder político, de âmbito social, cultural ou comercial. Eventos sociais, exposições - as 'expos' - , eventos urbanos, concertos e festivais musicais, feiras de artesanato, desfiles de moda e as feiras, - como a Feira do Livro -, utilizam estruturas efémeras para uma função específica durante um tempo restrito. O seu design potencia a capacidade de tirarem partido do universo da contingência: utilizando diferentes materiais em função dos objectivos ou pela introdução de elementos inovadores, contribuem para a conceptualização e exploração dum imaginário específico. Os desenvolvimentos tecnológicos constituem hoje um domínio experimental com enorme potencial no âmbito das construções efémeras. Os modelos são melhorados, utilizam-se novos materiais e estruturas, num processo sobre o qual o design actua. Redefinem-se modelos conceptuais e metodologias de abordagem a um problema, e operacionalizam-se processos criativos que permitam colocar produtos competitivos no mercado. |
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