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Bond value-at-risk : a comparison of methods

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este trabalho vai comparar três métodos de calcular Value-at-Risk (VaR) de um portfólio composto por produtos de dívida. O primeiro método sendo o Cash Flow Mapping [Morgan, 1996], o segundo sendo o método do Pull Price [Sousa et al.,2012] e o último método sendo o método da Duration [Jorion et al., 2009]. Para comparar os resultados, este estudo calcula o VaR através dos diferentes métodos para dias passados e usa uma ferramenta de backtesting para medir a consistência de cada método. Este estudo irá mostrar que os resultados do método da Duration são largamente sobreestimados e que o método do Pull Price obteve uma boa taxa de aprovação da ferramenta de backtesting quando aplicado a um portfolio. Os resultados do Cash Flow Mapping por outro lado são analisados em mais detalhe já que o factor de risco considerado é a yield curve do European Central Bank no nosso portfolio de obrigações corporate. Ainda ssim, o método falhou a atingir as expectativas já que existem obrigações cujo rating é elegível para ser usado com este factor de risco.
Autores principais:Fernandes, João Carlos Leça Estrócio
Assunto:Obrigação Value-at-Risk Cash-flow-mapping Bond
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:inglês
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Este trabalho vai comparar três métodos de calcular Value-at-Risk (VaR) de um portfólio composto por produtos de dívida. O primeiro método sendo o Cash Flow Mapping [Morgan, 1996], o segundo sendo o método do Pull Price [Sousa et al.,2012] e o último método sendo o método da Duration [Jorion et al., 2009]. Para comparar os resultados, este estudo calcula o VaR através dos diferentes métodos para dias passados e usa uma ferramenta de backtesting para medir a consistência de cada método. Este estudo irá mostrar que os resultados do método da Duration são largamente sobreestimados e que o método do Pull Price obteve uma boa taxa de aprovação da ferramenta de backtesting quando aplicado a um portfolio. Os resultados do Cash Flow Mapping por outro lado são analisados em mais detalhe já que o factor de risco considerado é a yield curve do European Central Bank no nosso portfolio de obrigações corporate. Ainda ssim, o método falhou a atingir as expectativas já que existem obrigações cujo rating é elegível para ser usado com este factor de risco.