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Impacto da mobilidade na propagação da Covid-19 em Portugal

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Situando-se dentro do âmbito de projeto profissional aplicado, pretende-se medir a forma como a mobilidade individual observada através do Painel de Mobilidade PSE explica / não explica a progressão espacial da pandemia em Portugal. Para tal, aplicou-se a mobilidade individual observada, medida através de métricas no espaço, a um modelo clássico epidemiológico baseado no agente. Os estudos epidemiológicos existentes na literatura, por serem apenas fundados em mobilidade simulada através de exercícios de simulação das ações diárias dos agentes que promovem o contágio individual, não se alicerçam em mobilidade real e observada, como é o caso do presente estudo. Em suma, com base num número de infetados iniciais selecionados aleatoriamente, foi possível identificar ao longo de todo o período estudado, todas as interações entre agentes, e ao longo de toda a progressão e interação individual, os indivíduos foram classificados como Susceptíveis, Expostos, Infecciosos, Recuperados, bem como colocados em Quarentena e Isolamento, seguindo o modelo SEQIJR (S. Siriprapaiwan et al., 2018) e tendo por base os parâmetros prescritos pelo conhecimento científico para o caso dos surtos SARS.
Autores principais:Ferreira, Carolina Pereira
Assunto:Econometria Espacial Correlação Espacial Covid-19 Mobilidade Epidemiologia Matemática Spatial Econometrics Spatial Correlation Mobility Mathematical Epidemiology
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Situando-se dentro do âmbito de projeto profissional aplicado, pretende-se medir a forma como a mobilidade individual observada através do Painel de Mobilidade PSE explica / não explica a progressão espacial da pandemia em Portugal. Para tal, aplicou-se a mobilidade individual observada, medida através de métricas no espaço, a um modelo clássico epidemiológico baseado no agente. Os estudos epidemiológicos existentes na literatura, por serem apenas fundados em mobilidade simulada através de exercícios de simulação das ações diárias dos agentes que promovem o contágio individual, não se alicerçam em mobilidade real e observada, como é o caso do presente estudo. Em suma, com base num número de infetados iniciais selecionados aleatoriamente, foi possível identificar ao longo de todo o período estudado, todas as interações entre agentes, e ao longo de toda a progressão e interação individual, os indivíduos foram classificados como Susceptíveis, Expostos, Infecciosos, Recuperados, bem como colocados em Quarentena e Isolamento, seguindo o modelo SEQIJR (S. Siriprapaiwan et al., 2018) e tendo por base os parâmetros prescritos pelo conhecimento científico para o caso dos surtos SARS.