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Mobilidades desiguais, no espaço e no tempo

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Na União Europeia, as políticas de conciliação entre trabalho e família e a igualdade de oportunidades é destacada no âmbito das políticas de emprego (nomeadamente na Estratégia Europeia para o Emprego), e a Estratégia Europa 2020 contempla uma orientação para aumentar a participação das mulheres no mercado de trabalho. O Pacto Europeu para a Igualdade de Género (2011-2020) salienta, também, a importância de promover um melhor equilíbrio entre vida e trabalho para mulheres e homens em todo o seu ciclo de vida com o propósito de reforçar a igualdade de oportunidades (EIGE, 2013). Por ser esta é exigida a introdução de regimes de licença familiar e parental, cuidados com crianças e pessoas idosas e o desenvolvimento de um ambiente de trabalho pago que facilite a sua articulação com a família e vida privada. Se bem que muitos destes aspectos estejam a ser tratados pelas instituições europeias, poucos documentos de política ressaltam a importância da mobilidade nas políticas de conciliação. Ora, uma contribuição interessante e valiosa para o “estado da arte” sobre a referida conciliação vem do planeamento urbano, muito em particular, no que respeita à mobilidade.
Autores principais:Queirós, Margarida
Assunto:Mobilidade Urbana Tempo Espaço
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Na União Europeia, as políticas de conciliação entre trabalho e família e a igualdade de oportunidades é destacada no âmbito das políticas de emprego (nomeadamente na Estratégia Europeia para o Emprego), e a Estratégia Europa 2020 contempla uma orientação para aumentar a participação das mulheres no mercado de trabalho. O Pacto Europeu para a Igualdade de Género (2011-2020) salienta, também, a importância de promover um melhor equilíbrio entre vida e trabalho para mulheres e homens em todo o seu ciclo de vida com o propósito de reforçar a igualdade de oportunidades (EIGE, 2013). Por ser esta é exigida a introdução de regimes de licença familiar e parental, cuidados com crianças e pessoas idosas e o desenvolvimento de um ambiente de trabalho pago que facilite a sua articulação com a família e vida privada. Se bem que muitos destes aspectos estejam a ser tratados pelas instituições europeias, poucos documentos de política ressaltam a importância da mobilidade nas políticas de conciliação. Ora, uma contribuição interessante e valiosa para o “estado da arte” sobre a referida conciliação vem do planeamento urbano, muito em particular, no que respeita à mobilidade.